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Mídia Internacional, difamação e desinformação - comentário de Ruthy Nadia Laniado

Mídia Internacional, difamação e desinformação - comentário de Ruthy Nadia Laniado sobre o Comportamento da Midia em Relação à Israel.

Um novo sério e grave campo de batalha. Pois uma guerra hoje se trava em dois níveis: no chão onde correm armas e soldados e na manipulação da informação e opinião pública.


É muito grave a meu ver esta mobilização da imprensa contra Israel insistindo em usar termos graves como arma de difamação. Pois não há por parte de Israel nem genocídio nem apartheid nem limpeza étnica. Mas são termos que impactam e mobilizam emoções. E já vimos que as manifestações de massa mobilizam pessoas ignorantes em relação ao que protestam, pessoas desinformadas e pessoas racistas e de má-fé aos montes.


Um grupo de jornalistas internacionais propõe se organizar como verdadeira máfia em torno de divulgar informações falsas sobre Israel (apartheid, genocídio, limpeza étnica - tudo que alguns países árabes praticam) para atacar o país por meio da opinião pública e difamar Israel e judeus.


Esta proposta, que degrada a imprensa, tal como o que considero ações que podem ser

caracterizadas como corrupção dos princípios da ONU e de suas agências , existe bem antes do atual conflito. Este só ativou de forma descarada o que já existia dissimuladamente.


A proposta destes jornalistas é uma das faces do movimento BDS ( boycott, desinvest,

sanctions) para difundir mentiras, difamar e perseguir o Estado de Israel por meio do "soft power", uma posição política, neste caso o antisemitismo e o antisionismo.


Esta artimanha, que propõe uma estratégia de mobilização no seio da imprensa internacional, permite fazer um paralelo com as formas mafiosas de organização global em outros domínios, como se pode observar nas atividades ilícitas de tráfego humano, comércio ilegal de todo tipo, de armas, entre outros.


Neste caso o produto da ilicitude é a (des)informação e a análise capciosa que buscam iludir e manipular a opinião pública e obliterar qq possibilidade de pensamento crítico colado à realidade no terreno dos acontecimentos. Muito preocupante.


Leia o artigo que originou este texto

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