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Parashá Shelach 

Sefer Bamidbar – Números

 

A Parashá da semana relata que, a pedido de Ad-nai, Moshe convocou doze homens, um representante de cada tribo, para espionar Canaã.


Os espiões receberam instruções para observar e trazer notícias sobre a terra que o povo judeu iria habitar, conforme a promessa de Hashem.

 

As instruções recebidas:

Começar pelo sul, pela região montanhosa; observar que tipo de terra era, o povo que a habitava – se eram poucos ou numerosos –, se as cidades eram abertas ou fortificadas, se eram pobres ou ricas, se tinham árvores, e deveriam provar os frutos da terra.

 

Os espiões levaram quarenta dias na missão de percorrer o território. Os relatos foram divergentes: enquanto dez homens tiveram uma impressão negativa – acharam os habitantes gigantes e estranhos, e se compararam a eles como se fossem gafanhotos –, Yehoshua e Kalev, em oposição aos dez, tiveram uma opinião positiva e incentivaram o povo a conquistar a terra.

 

A maioria ficou impressionada e temerosa de enfrentar os povos que lá habitavam. Preferiam permanecer no deserto, onde recebiam o maná – a comida –, tinham a água do poço de Miriam e a proteção da Torá.

 

Hashem ficou descontente e insatisfeito com essa conduta, influenciada por pessoas negativas que não demonstraram confiar n’Ele, mesmo após tê-los libertado da escravidão no Egito, realizado milagres e demonstrado amor e perdão.

 

Decidiu então o Senhor que apenas a nova geração iria ocupar a Terra Prometida; os antigos permaneceriam quarenta anos no deserto.

 

Os espiões trouxeram um ramo de videira com um cacho de uvas, romãs e figos da "terra que emana leite e mel".

 

No final da Parashá, tem-se a lei sobre o uso do tsitsit, as franjas nas bordas das vestes, consideradas um lembrete dos 613 mandamentos.


O texto que aborda o tsitsit é recitado diariamente como o terceiro parágrafo do Shemá.

 

Shabat Shalom

 

Bass Cheiva

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