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Tive um pesadelo. Sonhei com essas notícias...



Tive um pesadelo. Sonhei com essas notícias...


Diário do Mundo, Tókio, quinta-feira, 17 de julho de 2030.

Na preparação para o início das campanhas eleitorais para presidência da república do Brasil, os eleitores brasileiros estão bem decididos em favor do partido NPEN, cuja plataforma replica a política dos EUA, bem como dos outros países da América Latina, desfavorável ao antigo Estado de Israel.


Desde a guerra iniciada em 2023 contra o grupo político Hamas, Israel foi totalmente isolado pelo ocidente e não mais é considerado legítimo ocupante das terras da Palestina. Há várias resoluções da ONU rebaixando o status de Israel a “território em conflito” e este não é mais considerado pela organização um país soberano.

No entanto, a guerra se mantém, independente da retirada há anos do apoio americano no fornecimento de armas e tecnologia bélica. Logo após a decisão do então governo Biden em 2024 de considerar Israel um país não alinhado com os interesses americanos, o governo israelense procurou outros parceiros para a compra de armamentos.


Através de canais não diretos, o território de Israel se abastece de armamentos chineses e russos. Vale a pena realçar que estes países também vendem armas aos grupos políticos Hamas e Hesvolá. Pode-se dizer que a China e a Rússia dominam o mercado de produção e venda de armamentos mundiais, deixando para trás os EUA e os países europeus, que se limitam a manter a OTAN operacional.


Nesse infindável conflito, as comunidades judaicas das américas reduziram-se a poucas famílias que não puderam fugir para países mais amigáveis aos judeus, como a Coréia do Sul, Japão e Arábia Saudita, que apesar de aliada com os EUA, tem conflitos com o Irã. O êxodo judaico dos países das américas da última década deu-se pela constante perseguição, com confiscos de bens e prisões de judeus, que anteriormente na sua maioria apoiavam os mesmos partidos responsáveis pelo “ódio aos judeus”.


Esperam-se mais dificuldades ao território de Israel e judeus no mundo em março do ano que vem, com a oficialização do Estados da Palestina governado pelo Hamas e do Estado do Líbano do Sul, governado pelo Hesvolá, mas até lá certamente os judeus continuarão tentando entrar no território para somar forças aos combatentes, através de aventuras marítimas da Arábia Saudita a sul do território.


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