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As Turbulências em Israel
A atual guerra Espadas de Ferro já está já no seu 349º dia e é a mais longa da história de Israel moderno e não se vê o fim. A surpreendente noticia que pegou Israel de surpresa foi de que o Primeiro Ministro, Netanyahu, quer demitir o Ministro da Defesa, Gallant e trazer ao governo o ex ministro e ex da liderança do Likud, Gideon Saar no seu lugar. O Saar é um ferrenho opositor ao Netanyahu, deixou o Likud e fundou novo partido. Disse: "quem quer governo do Likud, que não vote em mim". Mais do que isto, num programa de TV popular assinou aos apresentadores uma carta que dizia, "eu, Gideon Saar jamais ingressarei num governo do Netanyahu". Mas, como todos sabemos, politica é o cúmulo do cinismo, onde tudo é possível e palavra não é palavra, nem algo que assumimos por escrito. Ainda voltarei a este assunto. No meio desta bagunça política, na terça feira, (18) as 15:45hs todo o Oriente Médio foi pego de surpresa, que se estendeu ao mundo todo. Nesta hora milhares, entre 3 a 4 mil terroristas da organização terrorista Hizballah tiveram seus pagers explodindo, matando algumas dezenas e ferindo o restante. Não só em Beirute, mas também em outras cidades no Libano e até na Síria. Entre os mortos está o filho do membro da Hizballah no Parlamento libanês, Hassan Fadlallah e entre os feridos o Embaixador do Irã no Líbano e 2 filhos do sênior da Hizballah, Wafik Safa. Imediatamente, deu-se a ordem os terroristas da Hizballah foram chamados a jogar fora os pagers que tem. Aliás, há 5 meses, a Hizballah recebeu os pagers depois que tiraram de circulação os celulares para se prevenir. Ninguém assumiu a responsabilidade deste fenomenal ataque. Quem o realizou, certamente tem tecnologia e serviço de Inteligência de tirar o folego, que soube, onde a Hizballah encomendou os pagers. A Hizballah acusou Israel de perpetrar este atentado e ameaçou "que o inimigo receberá resposta adequada". Sem dúvida esta ação também é um tapa na moral do Irã, a patroa da Hizballah. Do ponto de vista do Serviço de Inteligência, quem realizou esta operação conseguiu informações precisas do fabricante dos pagers e do ponto de vista operacional, conseguir colocar algumas gramas de explosivo nos aparelhos, para que na hora H, os explodisse simultaneamente. Na quarta-feira (19) houve continuidade de explosões simultâneos, desta vez não nos pagers, mas sim nos Walkie talkies de algumas centenas de ativistas da Hizballah. O grande efeito das explosões é que elas foram precisas e não com efeitos colaterais, isto é, em pessoas que estavam ao lado dos terroristas da Hizballah. Na ONU e na União Europeia houve condenações, mas eram de inveja e da boca para fora, pois, muitos países inclusive árabes temem o Irã e suas proxies, entre elas a Hizballah. Em encontros privados, felicitam Israel pela façanha. Os cristãos no Líbano e sunitas na Síria ofereceram doces aos transeuntes. A discussão em Israel é se deve estender a guerra ao norte, isto é, contra a Hizballah no Líbano, ou não. O ministro Gallant o quis desde outubro de 2023 e Netanyahu foi contra. Agora, com esta ação surpresa forças das Forças de Defesa de Israel deviam dar comunidade e tentar exterminar a Hizballah e sua ameaça sobre Israel. Não é normal que cerca de 70.000 israelenses evacuaram suas casas no norte de Israel. Isto não aconteceu em nenhuma guerra de Israel com nenhum inimigo até 10/23. O megalomaníaco do Nasrallah teve seu ego ferido e ação israelense, com toda a bagunça que há na Hizballah, poderia derrotar esta organização terrorista, que subjugou o Líbano a sua vontade e do Irã. Retornando ao 'romance' entre o Netanyahu e Saar. Os dois não suportam um ao outro e para piorar a Sara (esposa do Netanyhau) não quer ver a cara do Saar no governo. O interesse do Netanyahu é querer remover o único no Likud que o enfrenta. Ele já demitiu o Gallant em março de 2023 e ante os protestos populares, reintegrou-o ao ministério em 24 horas. No inicio da Guerra Espadas de Ferro Gallant queria atacar a Hizballah e Netanyahu se opôs. Desde então, a Hizballah fustiga o norte de Israel diariamente. O Gallant é também a favor de chegar a acordo com a Hamas para o retorno dos 101 sequestrados, dos quais sabe se que pelo menos 33 já morreram, o Netanyahu faz dificuldades. O general Itshak Brick, condecorado pelo exército, disse (19) num programa de rádio que Netanyahu é movido só por interesses pessoais e como na Bíblia disse o Sansão: "que morra a minha alma com os filisteus". Agora Netanyahu quer demiti-lo por sua oposição a lei do Alistamento ao Exército, que na realidade isentaria os ultra ortodoxos de cumprir com o dever dos demais cidadãos, de servir nas forças armadas. O segundo motivo é a Lei das verbas governamentais que tem que passar até o fim do ano e os ultra ortodoxos se opõe a aprova-la se não forem isentos das FDI. Por seu lado, Gideon Saar, com seu novo partido, Tikva Hadasha (Nova Esperança), que inclui outro ex líder do Likud, o deputado Zeev Elkin, não entrariam no Knesset segundo as pesquisas de opinião pública. No acerto que faria com Netanyahu, este o nomearia Ministro da Defesa (sem experiencia, no meio da guerra) e lhe daria 4 lugares na lista do Likud, entre os 20 primeiros nomes. É cinismo, ou prostituição ou ambos. O comandante da área Norte, General Uri Gordin recomendou recentemente a portas fechadas para que as FDI conquistem uma faixa na fronteira com o Líbano para que os habitantes israelenses do norte do país possam regressar as suas casas. Os Estados Unidos evidentemente mostram uma preocupação de possível novo confronto, pois quer chegar ao dia das eleições -5 de novembro- com tranquilidade e sem problemas adicionais. Nasrallah fez um pronunciamento nesta quinta (19) e derramou lágrimas acusando Israel de passar dos limites. Disse que sofreram uma 'paulada' em que Israel cometeu um grande crime querendo exterminar 4.000 pessoas. e evidentemente prometeu vingança. Na próxima semana, mesmo em meio a guerra, Netanyahu faz questão de viajar (com a esposa) a Nova York e discursar na Assembleia Geral da ONU e ficar lá para o fim de semana também. Com os reféns, ainda não se conseguiu achar uma solução. Israel está disposta a dar um salvo conduto ao Sinwar e que liberte todos os sequestrados vivos e mortos de uma vez e não em 2 parcelas. A comunidade Internacional ajudaria na reconstrução de Gaza. Quase caiu no esquecimento que na segunda-feira (9) a Força Aérea de Israel realizou um ataque na Síria a 225 km. da fronteira para abortar a transferência de material bélico sofisticado do Irã à Hizballah. Só, o que parecia um ataque como muitos já feitos, desta vez, como revelou o The War Zone, foi bem mais complexo. Durante 5 anos o Serviço de Inteligência israelense acompanhou as atividades da fábrica secreta de produção de misseis no Nordeste da Síria. Agora, sob a camuflagem do ataque aéreo, forças de comando israelense, Shaldag (da Força Aérea), chegaram ao local em helicópteros e coletaram documentos e material de produção. Além dos danos sérios a indústria iraniana na Síria, o ataque levou aos líderes de Teerã uma mensagem de que Israel está disposto usar forças terrestres contra sua produção, mesmo nas profundezas da terra, onde bombas aéreas não as atingiriam. Segundo o New York Times, a fábrica foi totalmente destruída, bem como o Cento de Pesquisas e Estudos Científicos (SSCR) em Maysaff, onde produzem material bélico sofisticado, inclusive químico, biológico e talvez nuclear. CURTAS: PEDIDOS NO MURO DA LAMENTAÇÕES. É costume milenar de colocar pedidos de toda ordem entre as pedras do Kotel. Este muro é o único remanescente do Templo destruído pelos romanos há 2.000 anos Na véspera do ano novo judaico, se faz uma limpeza e são retiradas as cartas de pedidos para dar lugar a novos pedidos. A retirada é feita de acordo com a tradição judaica. Foram retiradas mais de 20.000 pedidos de mais de 100 países e os líderes dos pedidos além de Israel são os EUA, Brasil e Canadá. A ALBANIA ABRE REPRESENTAÇÃO COMERCIAL EM JERUSALÉM. O presidente israelense, Herzog visitou recentemente a Albânia e se encontrou com o premier albanês, Edi Rama. Este anunciou que devido as boas relações entre os 2 países Albânia abrira uma representação comercial na capita, Jerusalém. Adicionou que seu país está firme com Israel na sua luta contra o Eixo do Mal. A Albânia é um país muçulmano na Europa. CERCA DE 150 PAISES ADQUIREM PRODUTOS DA INDUSTRIA AERONAUTICA. Mesmo antes de Guerra Espadas de Ferro, a indústria armamentista israelense teve boa reputação. A Indústria Aérea de Israel (IAI) registra na segunda metade de 2024 pedidos na ordem de 22.2 bilhões de dólares. O lucro no primeiro trimestre foi de 294 milhões de dólares, aumento de 78% com o mesmo período no ano anterior. O rating para empréstimos é AAA. DINHEIRO EUROPEU FINANCIA A HIZBALLAH. A organização NGO Monitor revela que ajuda humanitária da Noruega para o Líbano é distribuído sem fiscalização a organização terrorista Hizballah. Verbas da Alemanha, Suécia, Noruega e a União Europeia passam a Hizballah, como se fossem para fins humanitários e servem a organização terrorista.

Cores que Transformam Projeto Arte & Artistas da Na’Amat
Belas reproduções de artistas plásticos consagrados, a exemplo de Tarsila do Amaral, podem ser adquiridas na organização feminina judaica mundial Na’Amat, que tem representantes em vários estados brasileiros, inclusive a Bahia, onde é presidida por Maria Foá. Essas obras integram o projeto Arte & Artistas criado pela Na’Amat em 2016 como uma das formas de arrecadação de recursos para os projetos sociais da organização. O artista ou seu representante legal doou a imagem de uma ou mais obras à Na'amat Brasil, e esta é autorizada em contrato a reproduzir a obra, numerada e assinada, em canvas de tamanhos de até 60cm x 60cm e impressão de alta definição utilizando tintas de pigmentos especiais e com uma tiragem limitada, definida em cada contrato. Além de trabalhos como o famosíssimo Abaporu, e ainda A Lua e O Lago (todos de 1928), de Tarsila do Amaral, podem ser adquiridas obras de Benjamin Rothstein, que cedeu as obras Mar aberto e O vazio da cidade grande, Henrique Schucman com a obra Menina da Guerra e Inos Corradin com as obras O Equilibrista, Luar no Mediterrâneo e Ilha de Pescadores. As réplicas são um presente muito original para qualquer ocasião, seja pessoal ou institucional. Seja você também um doador deste projeto ou adquira uma das réplicas pelo e-mail brasil@naamat.org.br ou pelo celular (11) 94108-5168.
Os valores unitários das réplicas são: Artista Obra Valor (R$) Tarsila do Amaral Abaporu 400,00 Cartão Postal 300,00 A Lua 360,00 O Lago 320,00 Composição 320,00 Benjamin Rothstein Mar Aberto 120,00 O Vazio da Cidade Grande 200,00 Henrique Schucman Menina da Guerra 120,00 Inos Corradin Equilibrista 300,00 Luar no Mediterrâneo 280,00 Ilha de Pescadores 280,00

Melhor a Emoção Explodir do que Bombas
Na quinta-feira (30) a manhã toda, israelenses estavam colados a TV para assistir o retorno de 3 sequestrados israelenses- a soldada Agam Berger (20), Arbel Yehud (28) e Gadi Mozes (80) - e 5 cidadãos tailandeses que trabalhavam em kibutzim. A emoção é grande e cresce quando aparecem os reféns. Hamas e Jihad Islâmica montaram uma cena de propaganda. Colocaram um pódio no meio dos destroços da casa do Sinwar e uma multidão que veio não para mostrar vitória, mas para expressar ódio. Ver pela TV o povão fechando sobre o comboio da Cruz Vermelha (impotente no lidar com palestinos) e o pavor nos olhos da Arbel do povão não contido diz tudo. Hamas orquestrou todo este teatro. Quando eles já foram transportados e entregues às mãos de oficiais de Tsahal (FDI), foi um alivio e haja coração para esta emoção. No sábado (25) retornaram 4 jovens soldadas observadoras (Liri Albag, Daniela Gilboa, Naama Levi e Karina Ariev), com pés firmes, demonstrando que nem 477 dias no cativeiro as quebrou. Levantaram as mãos, sorridentes, mostraram o espirito da firmeza e do orgulho. Hamas anuncia horário do retorno das sequestradas e não cumpre, chama a multidão que fecha sobre as reféns, mas nada amedrontou as meninas. (nas fotos a esquerda, as reféns se encontram com os pais após 477dias. Na da direita, ainda no helicóptero a valente Liri Albag escreveu" eu vos amo, cidadãos de Israel, as FDI e minha Familia.Voltei). Na base de observadoras em Nahal Oz, Hamas matou 15 e sequestrou 7. Uma foi resgatada e um morreu no cativeiro. Hamas propositadamente não quis enviar as 5 de volta, deixando a Agam Berger nos tuneis mofos. As quatro disseram que não voltam sem a Agam e num precedente, Hamas e Jihad Islâmico concederam e a Agam retornou na quinta junto com 2 membros do kibutz Nir Oz, Gadi Mozes e Arbel Yehud. O fracasso e omissão que levou a tragedia do dia 7/10/2023 é devido a pouca importância que o Exército de Israel deu aos avisos dessas soldadas-observadoras do Serviço de Inteligência que alertaram durante meses e ninguém ligou. Só uma Comissão de Inquérito Nacional pode apurar o que aconteceu. Netanyahu se opõe a esta Comissão. Esta semana Israel permitiu a volta dos gazenses que estavam no sul da Faixa de Gaza retornar a seus lares no Norte. Vendo a destruição muitos decidiram voltar a tendas no sul. Na troca de israelenses sequestrados, os palestinos recebem paulatinamente 1;904 terroristas, 737 sentenciados por mortes ataques terroristas e 1.167 que foram presos nesta guerra. A crueldade dos terroristas da Hamas nota-se a cada passo e eles continuam receber os 600 caminhões diários de mantimentos, eletricidade e água potável de Israel e governam a Faixa de Gaza, enquanto que o governo do Netanyahu não quer que a Autoridade Palestina governe a região. Neste sábado (25) Trump a bordo do Air Force One disse (sem saber o que estava dizendo -DSM) que espera 2 países colher 2.2 milhões de (irmãos muçulmanos e árabes DSM) gazenses. Ele disse ter conversado com o rei AbdullaII da Jordânia e "gostaria que o Egito também se empenhasse nisso. Faz sentido, não é ? Mas, não acontecerá. O rei jordaniano se lembra de setembro Negro (1971), quando os palestinos que são maioria no reinado se levantaram e foi Tsahal que se posicionou ao lado do rei e não permitiu que a Síria intervisse. Trump esquece, ou nem sabe que que o presidente A-Sisi preparou enorme campo de prisão junto a Faixa de Gaza, no caso de gazenses tentarem fugir ao Egito. Vale a pena lembrar que até 1967, a Faixa de Gaza pertencia ao Egito e nos acordos de paz com Saadat, ele recusou terminantemente receber a Faixa de Gaza de volta. Ele sabia porquê. Hamas e a Irmandade Islâmica são irmãos e é só o que falta ao A-Sisi no abismo do Egito. Se fossem, como se especulava, à Indonésia, que é o maior país muçulmano até Israel bateria palmas. Na quarta-feira (29) o Enviado Especial do Governo Trump para o Oriente Médio, Steve Witcoff, veio da Arabia Saudita a Israel. Encontrou-se com Netanyahu e depois foi a Faixa de Gaza ver com seus próprios olhos a proximidade de Gaza a fronteira com Israel. Ele como Trump pensam em imóveis. Witcoff disse a NBC (18):" se não ajudarmos os habitantes de Gaza, se não melhorarmos suas vidas, se não lhes daremos esperanças, eles se rebelarão". Faz sentido. Mas, aqui é o Oriente Médio. A Faixa de Gaza recebeu bilhões de dólares do Qatar, da Autoridade Palestina, dos EUA, da Europa, água e eletricidade de Israel e a pobreza está por todo lado. Só alguns enriqueceram. Até nas bolsas do Sinwar foi encontrado dinheiro vivo. Na quinta (30) de manhã Witcoff foi encontrar-se com familiares dos sequestrados no "Parque dos Sequestrados" em Tel Aviv (coisa que nem Netanyahu e nenhum dos seus ministros fez nestes 15 meses) e ouviu os pedidos de nenhum sequestrado seja deixado nas mãos da Hamas. Na semana que vem Netanyahu terá "folga" dos seus problemas internos. No domingo viaja aos EUA encontrar-se com Trump, polirá o seu ótimo inglês e terá todo o 'kavod'. Porém terá que conversar com Trump que é contra o prosseguimento da guerra e ter em mente Smotrich que quer a continuação da guerra, "senão saio do governo". E ele cai. Terá que lidar com a 2ª fase do cessar fogo, para trazer de volta o restante dos sequestrados a troco de parar a guerra e retirar as tropas do Eixo Filadelfia, que considerou vital para Israel, abrir a Passagem de Rafah, que será controlada por egípcios e uma empresa americana. Netanyahu discutira com Trump sobre a possibilidade de relações com a Arabia Saudita, que tem mútuo interesse, mas exige a criação de um Estado palestino. Também em pauta o problema das atividades do Irã e da sua corrida para obter arma nuclear. Há rumores que Netanyahu previsto para voltar na quinta-feira (6/3) quer estender sua estadia até domingo ((9). Em Israel o espera seu julgamento (do qual foge), os problemas da lei do recrutamento dos ultraortodoxos, do não consentimento do seu Ministro da Justiça com a posse do presidente da Suprema Corte, pelas quais ele não se pronuncia e os problemas de manter sua frágil coalizão. Israel está dividido e alguém tem que reuni-lo.

Na'amat Visitara Creche Escola
As chaverot Na'amat, visitaram a creche escola "PROJETO CRESCER", em Lauro de Freitas , Ipitanga, para levar os alimentos recolhidos no evento da casa de Juceni Leah. O Crescer é uma instituição sem fins lucrativos, que visa educar e desenvolver socialmente, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, moradores da comunidade Lagoa dos Patos, em Lauro de Freitas. O projeto conta com várias atividades educativas, esportivas e artísticas e a doação feita pela Na´amat foi recebida com muito carinho pela instituição. Próxima ação da Na´amat é a venda de chocolates finos chocolates para Rosh Hashana, fique atento.

O Oriente Médio Ferve Com a Luta Interna Siria
Na quarta-feira (27.11) começou um ataque surpresa por forças rebeldes contra o regime do ditador Bashar al Assad. A coordenadora do ataque foi a organização sunita-jihadista Haiat Tahrir a Sham (a Organização de Libertação do Levante), conhecida pelas iniciais HTS. Foi o maior ataque em 4 anos e suas forças avançaram sobre o condado de Alepo e a cidade de Alepo, a segunda maior da Síria com cerca de 2 milhões de habitantes. O palácio do ditador Assad caiu em mãos dos jihadistas bem como o aeroporto Internacional da cidade e havia o receio de que a indústria de armas químicas também caísse em mãos dos rebeldes. Alguém pode perguntar o do porque dessa rebelião árabe interna está acontecendo. A região do Oriente Médio é mais complicada do que se imagina. O mundo antissemita e hipócrita pode imaginar que Israel é o problema. Se o mundo árabe e muçulmano se aliasse a Israel, em todos os seus países viveriam melhor e com mais abundância. Veja o exemplo dos Emirados Árabes Unidos e até da Arabia Saudita que busca aproximação. A complexidade do mundo árabe pode se notar nos envolvidos nesta guerra interna na Síria. Este país de maioria sunita, é governado desde 1970 pela minoria alauíta (segmento dos xiitas). Agora, que Israel conseguiu derrotar a Hizballah no Líbano e a Hamas na Faixa de Gaza, causando-lhes grandes perdas, os rebeldes acharam que é boa ocasião de se rebelar aproveitando esta fragilidade. O Irã grande protetor do regime do Assad também apanhou de Israel e com a perda (provisoriamente?) de suas proxies, os rebeldes acharam boa oportunidade de aproveitar esta fraqueza e avançar. Em apenas 3 dias conquistaram uma enorme área que inclui centenas de aldeias e cidades, inclusive a Alepo e na quinta-feira (5) foi anunciado que também Hama, a quarta maior cidade do país. Quem é quem e quem é contra. O regime sírio tem o apoio do Irã, cujo interesse além da expansão de sua influência, usou a Síria como um corredor para armar a Hizballah no Líbano A Rússia que tem 2 bases, em Tartus e Latakia que são os únicos no Mar Mediterrâneo, tem muito interesse em manter o regime atual. É A Força Aérea Russa junto com a da Síria que atacam os rebeldes, mas não conseguem deter seu avanço. Os russos também diminuíram seu contingente militar na Síria devido a guerra com a Ucrânia. Outro elemento que tem interesse ambíguo na Síria é o presidente turco Erdogan. Este tentou aproximação com Assad contra os curdos no norte da Síria, para derrotar a PKK. Só que o ditador sírio exigiu que as tropas turcas que invadiram a Turquia, nas áreas controlados pelos curdos se retirem. Até agora não se retiraram e o mundo está quieto diante a matança e a ocupação turca. Ao mesmo tempo os dois líderes tem interesse em não permitir a fundação de um Estado Curdo que se estenda desde as áreas no Iraque, passando por Irã, Síria e Turquia. A Turquia também espera que se os rebeldes forem derrotados, os milhões de refugiados sírios, agora vivendo na Turquia, retornem ao seu país. O Comandante das Forças Armadas iranianas e o Ministro do Exterior iraniano chamaram a Rússia e o Iraque juntar se ao Irã para salvar o regime do Assad. O chefe do Estado Maior iraniano vê conspiração americano-sionista, com o avanço dos rebeldes justo quando Israel assinou o cessar fogo com o Líbano. Não importa o que acontece na região ou no mundo há elementos que logo acusam os EUA e os Sionistas (i.e. Israel). Por outro lado, estão, os Estados Unidos da América, que ajuda a manter a estabilidade no país, após derrotar as forças da Al Qaeda, Daesh. As forças americanas concentram se junto as fronteiras da Síria com o Iraque e a Jordânia e não permitem que forças iranianas conquistem os poços petrolíferos desta região. Israel não intervêm nesta guerra civil interna. Só age quando o Serviço de Inteligência detecta que o Irã quer se aproveitar dos acontecimentos e enviar armas a Hizballah. Um elemento da segurança disse que um dos conselheiros mais próximos de Assad se encontrou na Europa com alguém pedindo ajuda militar de Israel. A resposta israelense foi de que não intervém. Ao mesmo tempo exigiu a retirada de tropas iranianas da Síria. Em Israel há elementos que temem a queda do Assad, que já é conhecido e em relação a Israel é relativamente moderado. Até na guerra Espadas de Ferro não houve nenhum ataque da Síria contra Israel. Prefeririam Assad a grupo(s) jihadistas junto a sua fronteira. Outra fronteira que incomoda Israel é a com a Jordânia, que é a mais comprida. Por lá agora, o Irã tenta armar organizações como a Hamas e outras nos territórios ocupados para se levantar contra o governo israelense. Alguém pensou que é fácil entender o Oriente Médio ? Não é não. Mas quando árabes se matam, e na guerra civil da Síria morreram mais de 500.000 pessoas e milhões de refugiados dentro e fora do país, a mídia mundial não dedica tanta atenção quanto a qualquer conflito com Israel. São duas medidas e dois pesos.
Parashat Behar-Bechucotai
A Porção Semanal Behar (Levítico 25: 1-26) significa "Na montanha". Nela, D'us fala com Moshê no Monte Sinai e entrega leis sociais e econômicas a serem cumpridas para quando o povo entrar na Terra de Israel. Neste sentido, são abordados a seguir quatro pontos importantes: Shemitá, Yovel, leis contra a exploração e o fechamento. 1. A Mitsvá Shemitá refere-se ao ato de semear o campo, podar a vinha e colher o produto durante seis anos consecutivos e, no sétimo ano, dar um descanso sabático à terra trabalhada. O produto, fruto deste ano sabático, virará hefker (público), sendo disponibilizado igualmente a todos: proprietário, servos, empregados, hóspedes e até os animais que por lá transitam. Nesse sentido, a terra pertence a D'us e o povo irá apenas cuidar e usufruir dela. Como promessa, no 6º ano, D'us mandará uma colheita tripla para sustentar os 6º, 7º e 8º anos. 2. Já a Mitsvá Yovel (ano do Jubileu) refere-se ao descanso da terra de Israel depois de sete ciclos de Shemitá, ou seja, após 49 anos de produção. No seu 50º ano, a terra não será cultivada durante um ano sabático. Em Yom Kipur, toca-se o shofar e declara-se Dror (liberdade). Esta Mitsvá menciona duas leis revolucionárias: a da Liberdade, em que todo escravo hebreu é liberto e volta para a família, mesmo com dívida; e a do Retorno das Terras, em que qualquer terra vendida volta para seus donos originais ou herdeiros. Assim sendo, isso significa que você nunca “compra” terra em Israel, apenas a arrenda até o Yovel. 3. Quanto às leis contra a exploração, D’us sinaliza como tratar quem empobreceu. No resgate de terras, a família deve ajudar a recomprar a terra do parente que a vendeu. No resgate de pessoas, a família deve intervir se algum dos seus membros se vendeu como escravo por dívida. Nos juros proibidos ao irmão endividado, ele deve ser ajudado e ninguém deve lucrar com a situação. E, no tratamento do escravo, este não deve ser dominado com dureza, pois é um contratado e não uma propriedade. A base de tudo é: “Porque a Mim pertencem os filhos de Israel como servos” (25:55). Logo, se são servos de D'us, não podem ser escravos de homens. 4. No fechamento, esta Parashá sinaliza três comandos básicos: não fazer ídolos, guardar o Shabat e respeitar o Santuário. Ela cria uma economia com alma, em que a terra descansa, o escravo sai livre, a dívida não é eterna e os juros entre famílias são proibidos. Como mensagem, podemos concluir que liberdade e dignidade não são favores, mas direitos que se renovam, porque nada é nosso: nem a terra, nem o tempo e nem as pessoas. Tudo é de D'us! A Porção Semanal Bechukotai ("pelos meus decretos" ou "nos meus estatutos") representa a 33ª Porção Semanal da Torá e a última do livro Levítico, 26:3–27:34. Ela é a continuação direta da Parachá Behar, finalizando o terceiro livro de Moshê. Nesta Parachá, podemos considerar três partes mais significativas: as Bênçãos, a Tochachá (admoestação ou "Facho de Luz") e as Leis de valores e doações. 1. Nas Bênçãos, D'us inicia o texto com a condicional: “Se andarem nos Meus estatutos e guardarem Meus mandamentos”, prometendo dez bênçãos principais: chuva no tempo certo, colheita farta, paz na terra, vitória sobre os inimigos, fertilidade, provisão, Presença Divina, relacionamento, identidade e liberdade com dignidade. 2. A Tochachá (repreensão ou advertência) é lida na sinagoga em voz baixa e rapidamente, pois representa a parte mais dura da Torá, sinalizando cinco punições: doença e pânico, seca, animais selvagens, guerra e cerco, e exílio. Nesse sentido, a terra fica desolada e, finalmente, descansa nos Shabatot que o povo não guardou. Contudo, seu término vislumbra esperança, sinalizando que a punição tem como objetivo a correção, e não a destruição total. 3. As Leis de valores e doações finalizam o livro Levítico com regras práticas, tais como o cálculo para resgatar uma pessoa, animal, casa ou campo que tenha sido dedicado ao Templo. O texto termina relembrando que estes são os mandamentos que o Eterno ordenou a Moshê para os filhos de Israel no Monte Sinai. Enfim, a Parashá Bechukotai representa o “contrato” de Levítico. Sua ideia central sinaliza que todas as nossas escolhas têm consequências: se cumprimos os preceitos, temos bênção, paz e a presença de D'us; se os abandonamos, enfrentamos o exílio e a dor, mas nunca o abandono total do Criador.

Parashat Vayishlach, Bereshit
O Nascimento de Israel ( Parashat Vayishlach, Bereshit 32: 4 - 36:43) Passados mais de 20 anos longe de sua família de origem, Yaakov recebe uma mensagem Divina de que era hora de retornar sua terra natal. Mas Yaakov teme o encontro com seu irmão Esav e envia mensageiros para encontrá-los-daí o nome da parashat que significa "ele enviou". A missão dos mensageiros era mostrar a prosperidade alcançada por Yakov e que de certo modo esta prosperidade está a disposição de Esav. Entretanto os mensageiros retornam com uma informação perturbadora: "Seu irmão está vindo ao seu encontro, mas há 400 homens com ele". Amedrontado, Yaakov, resolve dividir sua tribo em duas, assim em caso de derrota, persistiria pelo menos parte do seu clã, pede também proteção ao Eterno, mesmo se recordando da promessa Divina de que teria uma descendência numerosa. Separou ainda presentes para oferecer a Esav. Após 20 anos convivendo com seu sogro, Lavan, Yakov, o homem antes enganador, que enganara seu Pai Itzhak e seu irmão Esav e também fora enganado pelo seu sogro, se transformara. Sentiu um pouco o sabor de seu próprio veneno. Aprendera um confrontar o lado sombrio de sua personalidade. Mas aquela noite Yaakov deseja ficar só. Neste ponto a Parashat atinge o ponto climático, pois Yaakov passa a noite lutando com Alguém. A luta dura até a aurora, o Estranho o fere permanentemente, atingindo o seu nervo ciático, motivo pelo qual ficará coxo o resto da vida, razão também pelo qual os judeus não comem carne com nervos, sobretudo da parte traseira. Mas na indefinição da Luta, o Estranho lhe pergunta seu nome. Yaakov tem assim que se confrontar com seu Eu, com sua personalidade mais profunda. Seu Nome, não será mais Yaakov, mas Israel, pois lutou com D'us e com os homens e venceu. Lutou com D'us e não contra D'us. Os comentaristas se dividem, o texto fala, homem, mas os Anjos Aparecem diante dos humanos, como humanos, Maimonides, fala de uma visão Divina, a maioria fala de Anjos, outros de que seria um sonho em que confronta aspectos ocultos de sua própria personalidade. O Enganador, se torna pleno em sua própria identidade. Mais tarde na parashat, o Eterno lhe confirma a mudança de nome, Israel. Como seus avós, Yaakov tem seu nome modificado, para Indicar um novo estado. Mas o Lutador não responde quando Yaakov pergunta qual seu nome. Yaakov então nomeou o lugar de Peniel: “Porque eu vi o Divino face a face ” Então Jacó saiu mancando. Então na manhã seguinte, Yaakov encontra Easv. Imediatamente, organiza sua família e seus servos, e se prostra diante de Esav. EsaV correu ao seu encontro e abraçou-o, caiu sobre o seu pescoço e beijou-o, e eles choraram. Os irmãos se reconciliam, Esav fala que recebeu os presentes mas tem muito também e oferece escoltar Yaakov, os irmãos depois tomam direções diferentes. Nesta Parashat Rachel morre ao dar a Luz a Binyamin, há ainda o suposto estupro de Dinah por Sichem. Desafios dolorosos para Israel. Shimon e Levi lideram um massacre contra o povo da cidade de Sichem, sendo reprovados por Israel, que teme inclusive por sua reputação, lança uma dura reprimenda sobre seus filhos. Mais tarde, D'us disse a Yaakov: “Vá para Betel e viva aí e faça um altar para Deus”. E Ytzhak morre aos cento e oitenta anos, Esav e Yaakov, reconciliados os enterram. Sua vida é descrita como cheia de dias. O mais silencioso dos patriarcas, o único que passa toda sua vida em Eretz Yisrael, o único a ter apenas uma esposa e que não tem seu nome modificado ( seu nome já fora dado por D'us), descrito como o que medita nos campos, morre após uma Vida Cheia de Dias, porque viveu plenamente.

Pré-estreia do filme Viva a Vida
Olá, É com imensa satisfação que lhe convidamos a fazer parte de um momento muito especial: a pré-estreia do filme Viva a Vida! O projeto de “Viva a Vida” nasceu há sete anos com apoio do Ministério do Turismo de Israel, buscando retratar para o público nacional o país diverso, vibrante e alegre. A produção da Ananã Produções, em coprodução com a Claro, conta com investimento do BRDE/FSA, ANCINE e patrocínio do Banco Daycoval. A distribuição é da Elo Studios. Sinopse: Quando dois medalhões idênticos unem os destinos de Jéssica (Thati Lopes), uma jovem desiludida com relacionamentos, e Gabriel (Rodrigo Simas), que parece incapaz de ficar sozinho, eles embarcam em uma busca pelo terceiro medalhão ou pela misteriosa Hava. Hava, há anos casada com Ben, anseia reviver a aventura dos primeiros dias de seu relacionamento. Enquanto desvendam segredos familiares e se envolvem em confusões, todos descobrem que o amor pode ser encontrado quando menos se espera. Este convite foi elaborado com grande consideração, pois acreditamos que sua presença está em perfeita sintonia com a essência e a mensagem do filme. Detalhes do evento: 📍 Local: UCI Shopping Orient Barra 📅 Data: 22/01 🕒 Horário: Recepção às 20h - Sessão às 21h Confira todas as informações no flyer e, por favor, confirme sua presença no e-mail descrito. Estamos imensamente ansiosos para compartilhar este momento único com você! Obrigado!

"Hanukkah Sessions" – ou “Sessões de Chanuká”
Crédito da imagem: Reprodução Quando o judaísmo e o rock and roll se encontram Em 2020, Dave Grohl vocalista da banda Foo Fighters e seu produtor, Greg Kurstin lançaram as "Hanukkah Sessions" – ou “Sessões de Chanuká” ¹ em uma tradução livre – fazendo o cover² um artista judeu por dia para cada um dos oito dias do feriado. Na época, isolado e sem poder fazer shows desde que a Pandemia havia sido anunciada em 11 de março daquele ano, Grohl injetava sua energia fora de série em interpretações incrivelmente icônicas e com um “Q” de improvisação que as deixavam beirando a comédia.
Este ano, não poderia ser diferente e, na segunda edição da série, agora já vacinado e mesmo de volta aos palcos, a áurea de vídeos feitos por “pessoas comuns isoladas na pandemia” continuou. Desta vez, com alguns (bem poucos) convidados especiais. Isso resultou em 16 vídeos que vão de covers dos Beastie Boys à Barry Manilow. Enquanto algumas apresentações, como "Blitzkrieg Bop" dos Ramones, permanecem fiéis aos originais; outras, como "Stay (I Missed You)", de Lisa Loeb, começam normalmente e avançam descontroladamente para o death metal. Grohl, que não é judeu, disse que fazer as "Sessões de Chanuká" com Kurstin, que sim é judeu, o ajudou a obter uma maior apreciação pelo feriado e o valor de espalhar alegria. “Este projeto, que inicialmente começou como uma ideia boba, cresceu para representar algo muito mais importante para mim”, disse ele no final das “Sessões” de 2020: "Isso me mostrou que o simples gesto de espalhar alegria e felicidade vai longe e, enquanto olhamos para frente, todos devemos nos esforçar para fazê-lo, não importa quantas velas sejam deixadas para acender na Menorá." (Ok. Sabemos que ele deveria ter dito “Chanukiá”, mas não vamos deixar este pequeno lapso estragar o sentido do que foi dito, não é?).
Para não ficar só na história, abaixo você confere, na ordem em que foram publicadas, todos os vídeos e um pouco da história de cada um.
Ah! Antes um aviso: Alguns vídeos contêm palavrões em inglês. Não muitos, mas estão lá. Beastie Boys, 'Sabotage' As primeiras "Hanukkah Sessions" tiveram um início estridente com um cover do clássico rap-rock dos Beastie Boys, "Sabotage". Kurstin tocou os fortes riffs de guitarra e baixo da música em um teclado distorcido, enquanto Grohl se aproximou dos vocais de Ad-Rock com seu guincho distorcido e agudo. O vocalista do Foo Fighters deixou cair uma baqueta na marca de 2:07, mas ele seguiu firme a música e recuperou a baqueta sem perder o ritmo. Drake, 'Hotline Bling' É difícil cobrir o sucesso do pop-rap que lançou inúmeros memes com uma cara séria, mas Grohl e Kurstin se mantiveram bem perto do arranjo original em seu cover. Kurstin acertou os sintetizadores melancólicos da faixa, enquanto Grohl entregou um vocal direto e substituiu as batidas eletrônicas da música por sua própria bateria. Claro, a reverência só pode levar você até certo ponto em um cover como este, e Grohl zombou de toda a premissa imitando os movimentos de dança de Drake enquanto colocava um boné virado para trás e segurava uma Chanukiá. Mountain, 'Mississippi Queen' “Fale sobre fazer uma montanha de um Mohel”, Grohl e Kurstin disseram em um comunicado apresentando seu cover do clássico do hard rock da Mountain. “Chamado Leslie Weinstein em seu bris, o cantor de nossa próxima banda construiu um muro das lamentações com sua guitarra como Leslie West." Kurstin interpretou os riffs de guitarra estrondosos da música no teclado, enquanto Grohl tocou a parte icônica do sino de vaca em um copo de metal coberto com fita adesiva. Peaches, 'F#ck the Pain Away' Antes de julgar, confie em quando digo que este cover realmente funciona. Indiscutivelmente a mais explícita - e talvez a mais divertida - performance das "Hanukkah Sessions", o cover de Grohl e Kurstin do hit eletroclash do Peaches "F#ck the Pain Away" é surpreendentemente fiel ao original, que consiste principalmente de sintetizadores pesados e baterias furiosas. Peaches - nome verdadeiro Merrill Nisker - até fez uma participação especial, entregando seus vocais de um estúdio separado. Bob Dylan, 'Rainy Day Women # 12 & 35' Um dos músicos mais reverenciados de todos os tempos, Bob Dylan foi uma escolha óbvia para a série de Grohl e Kurstin. A dupla prestou homenagem ao compositor nascido Robert Zimmerman com um cover de bateria e piano apropriadamente decrépito de sua faixa "Rainy Day Women # 12 & 35" do álbum Blonde on Blonde. Dylan há muito nega os rumores de que a música seja sobre cannabis, mas isso não impediu a dupla de zombar da letra em uma breve mensagem que acompanha o vídeo. "Portanto, agora todos devem ser apedrejados (não no sentido da Lei de Moisés) enquanto colocamos um pouco de sangue nesta trilha", escreveram eles. Elastica, 'Connection' Para a sexta noite das "Sessões de Chanuká" de 2020, Grohl e Kurstin olharam para o outro lado do lago, para a banda de rock alternativo / Brit pop – Pop britânico - Elastica, fazendo um cover da música "Connection" de sua estreia autointitulada de 1995, que alcançou o topo das paradas no Reino Unido. A música se encaixou na dupla como uma luva, com Grohl entregando um vocal exuberante e Kurstin tocando as contagiantes melodias de sintetizador, e desenvolvendo a melodia com palmas. "De Brit Milot a Brit pop ... aqui está uma das faixas mais legais dos anos 90 ... cantada por pessoas muito legais ... e judias ... Justine Frischmann ... ELASTICA!” Grohl se entusiasmou com a descrição do vídeo. The Knack, 'Frustrated' Grohl e Kurstin prestaram homenagem ao The Knack na penúltima noite das "Sessões de Chanuká" de 2020, mas contornaram o hit de topo das paradas “New Wave”, "My Sharona" pelo do álbum "Frustrated". "Esta noite vamos apresentar quatro simpáticos rapazes judeus cujo maior sucesso foi uma música sobre uma bela garota judia ... ‘My Shalom-a ’ou algo assim", brincou a dupla em um comunicado. "Somos grandes fãs de New Wave (bem como da 'velha onda' que veio depois de Moisés separar o Mar Vermelho) … então estávamos empolgados para cobrir um dos nossos favoritos… The Knack! " The Velvet Underground, 'Rock and Roll' Grohl e Kurstin encerraram a "Hanukkah Sessions" inaugural com um cover do clássico proto-punk do Velvet Underground e, com ele, uma nota de gratidão. “Conforme 2020 chega ao fim e outro Chanuká termina (o meu primeiro!), lembro-me das duas coisas que me ajudaram a sobreviver este ano: música e esperança”, escreveu Grohl. "Então, cante junto pela última vez 'Rock and Roll' do Velvet Underground, uma canção sobre música e esperança, e vamos continuar espalhando alegria e felicidade. É um longo caminho ..." Lisa Loeb, 'Stay (I Missed You)' O "Hanukkah Sessions" de 2021 começou auspiciosamente com um cover da balada folk-rock de Lisa Loeb de 1994 "Stay (I Missed You)". A normalidade durou por dez segundos, enquanto a câmera fazia uma panorâmica para Grohl usando um vestido floral e cantando em um falsete exagerado. O arranjo terno então mudou para um death metal escaldante, com Grohl soltando um rugido gutural sobre um colapso furioso e riffs de guitarra distorcidos. Ramones, 'Blitzkrieg Bop' Grohl estava em sua zona de conforto na segunda noite das "Sessões de Chanuká" de 2021, apresentando uma versão fiel do clássico "Blitzkrieg Bop" dos Ramones. "Era uma vez, dois bons meninos judeus do Queens chamados Jeffery [sic] Hyman e Thomas Erdelyi mudaram o mundo para sempre com sua música ... como Joey e Tommy Ramone!" Grohl é explicado na descrição do YouTube que acompanha o vídeo. Em homenagem ao feriado, o roqueiro mudou a música "Hey! Ho! Let's go!" cantar "Hey! Oy! Let’s goy!" Barry Manilow, 'Copacabana' Grohl pirou totalmente no cover dele e de Kurstin de "Copacabana" de Barry Manilow, alternando entre uma combinação de smoking preto com lantejoulas / camisa branca e uma jaqueta vermelha com óculos de aviador. Kurstin completou a capa com licks de sintetizador e vocais de apoio, enquanto o vídeo apresentava uma bola de discoteca e transições de wipe da velha escola condizentes com o hino pop dos anos 70. Van Halen, 'Jump' O Van Halen - e David Lee Roth em particular - não eram conhecidos por sua sutileza, então Grohl e Kurstin tiveram que fazer de tudo para o cover do grupo "Jump", que ficou no topo das paradas. A dupla acenou com a cabeça para o videoclipe da música com seus giros na baqueta e saltos em câmera lenta, e Kurstin aproximou o sintetizador de Eddie Van Halen e o histriônico de guitarra com um solo keytar deslumbrante. A cover ganhou a aprovação do próprio Wolfgang Van Halen, que tuitou o vídeo com uma afirmativa "Oh F@%#...!" Amy Winehouse, 'Take the Box' Grohl fez do seu quinto cover do Chanuká de 2021 um caso de família, convidando sua filha de 15 anos, Violet, para cantar um cover de "Take the Box" de Amy Winehouse. "Apesar da menção dessa música a um 'sutiã Moschino que você comprou para mim no Natal passado', é de conhecimento geral que a mulher incrível por trás da música era na verdade judia. Foi embora cedo demais", dizia a descrição do vídeo no YouTube. Kurstin acompanhou a jovem Grohl no piano, enquanto dois vocalistas de apoio reforçaram o arranjo. Billy Joel, 'Big Shot' Grohl e Kurstin prestaram homenagem a Billy Joel na sexta noite das "Sessões de Chanuká" de 2021 com uma versão animada do sucesso de 1979 do Long Islander "Big Shot". Grohl cuidou da bateria e os vocais como de costume, enquanto Kurstin lidou com as partes do piano de Joel e tocou os saborosos licks de guitarra da música no xilofone. E para provar que não eram totalmente tradicionalistas, a dupla ainda mandou ver usando apitos de línguas de sogras (sim! O brinquedo)! The Clash, 'Train in Vain' Para sua penúltima apresentação em 2021, Grohl e Kurstin explodiram uma versão de piano, gaita e bateria do single pop do Clash, "Train in Vain". Grohl deu uma breve aula de história sobre a banda e o guitarrista Mick Jones na descrição do vídeo. "Michael Geoffrey Jones, filho de mãe judia russa Renee Zagansky, viria a ser conhecido como a lenda do punk rock Mick Jones, cofundador do Clash", escreveu ele. "É Londres chamando Jerusalém enquanto tomamos um 'trem em vão'." Kiss, 'Rock and Roll All Nite' O segundo ano do "Hanukkah Sessions" fechou com uma estrondosa chave de ouro quando Grohl e Kurstin fizeram covers do hit do Kiss "Rock and Roll All Nite". A dupla usou a maquiagem característica da banda para o vídeo, com Grohl se vestindo como o personagem "Demon" de Gene Simmons e Kurstin copiando o visual "Starchild" de Paul Stanley. Grohl agradeceu aos telespectadores por se juntarem a ele nas festividades e implorou: "Vamos agitar e rolar a noite toda e festejar todos os dias até o próximo Chanuká!" Notas do Editor:
(1) – Não existe uma transliteração oficial do hebraico. Enquanto os de fala inglesa usam “Hanukkah”, aqui no Brasil geralmente escrevemos “Chanuká”. Fazemos isso para diferenciar a letra ה da letra ח de חנוכה. (2) Para quem não está acostumado com o termo, “cover” é quando um artista ou uma banda, faz versões de músicas de outros artistas. No texto também aparecem expressões como Riffs, licks e outras. Estas são formas de tocar guitarra. Algumas das fontes aqui, aqui, aqui e aqui!

"Hit & Run", a nova série do Netflix
Vem aí "Hit & Run" a nova série da Netflix, dos produtores de Fauda. Nela, Segev Azulai (Lior Raz – Doron de Fauda), é um Guia de Turismo em Tel Aviv, com sua filha (Neta Orbach) e sua esposa Danielle (Kaelen Ohm), que é morta em um atropelamento. Seguev, no entanto, não acredita que isso tenha sido somente um acidente e se vê em uma trama onde descobre que sua amada esposa era muito mais do que ele poderia imaginar. Estreia na próxima semana, dia 6 de agosto.

"NUNCA MAIS É AGORA!”
Sob forte emoção dos chaverim e chaverot presentes no Cemitério Israelita da Bahia, no domingo 25/01, foi realizado o Ato em Memória das Vítimas da Shoá, que começou com todos entoando o Hino Nacional, o Hatikva e o hino dos Partizanim. Em seguida, o Presidente da SIB Mauro Brachmans e o diretor religioso Marcos Wanderley fizeram seus pronunciamentos, cuja íntegra pode ser lida abaixo. A cerimônia aconteceu no Memorial do Holocausto – projeto do arquiteto Sérgio Kopinski Ekerman, localizado no nosso Cemitério. O Memorial foi uma doação feita pela médica Bela Zausner Z’L em memória de sua mãe, sobrevivente do Holocausto. A chaverá Bass Cheiva discorreu sobre alguns não judeus nominados por Israel como "Justos entre as Nações" e merecidamente homenageados nesse dia, por terem conseguido salvar muitas vidas, que após a Segunda Guerra resultaram em novas gerações de judeus. Para encerrar a cerimônia, foram recitadas as orações Eli, Eli e Kadish e foram acesas sete velas por voluntários, sendo uma para cada milhão dos perecidos na Shoá, e a sétima em homenagem às vítimas do "7 de outubro". Pronunciamento do Presidente da SIB, Mauro Brachmans: Simon Dubnov, renomado escritor, historiador e ativista judeu, afirmou antes de ser assassinado pelos nazistas: ‘Escrevam e registrem tudo’. Hoje, no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, lembramos que a Shoá não é apenas um capítulo da história judaica, mas uma ferida aberta da humanidade. Seis milhões de judeus foram assassinados pelo regime nazista, vítimas de um ódio sistemático, institucionalizado e letal. Recordar é um dever moral. É um compromisso com as vítimas, com os sobreviventes e com as futuras gerações. A memória é a nossa maior arma contra a negação, a distorção e a repetição do ódio. Enquanto houver quem tente minimizar ou negar o Holocausto, nossa resposta deve ser clara: lembrar, educar e testemunhar. Aqui permanecemos — cada vez mais fortes. Am Israel Chai!” Pronunciamento do Diretor da Sinagoga da SIB, Marcos Wanderley: Reflexão sobre o Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto (Shoá) - 27 Janeiro de 2026 Queridos Chaverim ve Chaverot,. Estamos reunidos hoje, neste lugar sagrado de descanso eterno, para cumprir um dos mandamentos mais profundos da nossa tradição: a memória. O Zikaron. É uma honra estar aqui, neste local de paz e memória, para lembrar juntos. Nossa tradição judaica nos ensina que a vida e a lembrança estão profundamente entrelaçadas. Hoje, enquanto o mundo marca uma data internacional, nós nos reunimos em um espaço que fala diretamente ao nosso coração. Aqui, entre essas árvores e pedras, não estamos rodeados apenas por silêncio. Estamos cercados por histórias. Cada vida que partiu durante aqueles anos de escuridão era um universo inteiro: tinha o sabor da comida de Shabbat, o calor de uma canção de ninar, o som de discussões na mesa de jantar, o sonho de um futuro. A maior vitória que temos sobre o esquecimento é recolher essas histórias. É lembrar não apenas como eles morreram, mas, principalmente, como eles viveram. Este cemitério é um guardião dessas histórias. Ele abriga tanto aqueles que sobreviveram e construíram novas vidas, quanto a memória simbólica dos que não têm um lugar físico de descanso. Eles nos legaram algo precioso: o imperativo de seguir em frente com fé e resiliência. Por isso, nossa memória hoje não é um peso que nos paralisa. Ela é uma semente que plantamos para o futuro. Lembramos para que a bondade seja mais ousada, para que a justiça seja mais ágil, para que o respeito pelo próximo seja a regra, não a exceção. Que possamos honrar cada uma das vidas que comemoramos hoje da maneira mais significativa: vivendo os nossos valores com alegria e determinação. Construindo um mundo onde a dignidade humana seja inegociável. Sendo, nós mesmos, a resposta viva ao ódio que um dia tentou calá-los. Que o Eterno, em Sua infinita misericórdia, acolha as almas dos justos e mártires no feixe da vida eterna. E que nos dê a nós, os que permanecemos, a coragem, a claridade e a força para sermos guardiões fiéis desta memória sagrada e construtores de um mundo onde o "Nunca Mais" seja, finalmente, uma promessa cumprida. Zichronam livrachá. Que suas memórias sejam uma bênção, para nós e para toda a humanidade.

1 ano de 7 de outubro
A Comunidade Judaica reunida na sede da Sociedade Israelita da Bahia viveu, neste sete de outubro, uma noite inesquecível de fortes emoções, profunda tristeza e ao mesmo tempo esperança na vida e que juntos podemos construir um mundo melhor, mais fraterno com respeito às diferenças. Relembrar os fatos que ocorreram é muito doloroso. Há um ano, Israel sofreu o maior atentado terrorista de sua história. Com as feridas ainda abertas, assistir os horrores que foram apresentados em vídeos, filmados pelos próprios terroristas do Hamas, que de forma cruel e covarde mataram, estupraram, queimaram crianças, jovens, homens e mulheres em suas casas, nos faz tender a desacreditar na humanidade. Um momento marcante da noite e que muitos permaneceram com os olhos marejados, foi o acendimento das seis velas em homenagem aos reféns que foram covardemente mortos no seu cativeiro, pouco antes de seus corpos serem resgatados em um túnel, pelo Exército de Defesa de Israel. A cada vela seus nomes eram citados, Carmen Gat, Eden Yerushalmi, Alexander Lobanov, Ori Danino, Almong Sarusi e Herch Gldberg-Polin, e através de seus nomes, nosso Ishuv, homenageou todas as vítimas que tombaram vítimas do terrorismo que só neste dia foram 1200 israelenses. Em seguida, ouvimos a prece tradicional El Male Rachamin, posteriormente um respeitoso minuto de silêncio e na sequência o Kadish. Foi uma noite de união, a comunidade juntou-se em um esforço coletivo a favor da PAZ e defesa do Estado de Israel. Um encontro cujo objetivo é defender o direito da existência do Estado de Israel e contra o antissemitismo e qualquer forma de racismo, um momento para homenagear a memória dos caídos, dos reféns, dos soldados, nossos verdadeiros heróis, bem como da resiliência de nosso povo, com a esperança de tempos melhores e de Paz. Esta cerimônia não poderia terminar de outra forma com todos entoando o Hino Nacional do Brasil seguido do Hino de Israel, na esperança de um futuro de Paz com segurança para o Estado de Israel.
