Notícias de Israel
- David S. Moran
- 28 de ago.
- 4 min de leitura
A GUERRA SUJA DA HAMAS CONTRA ISRAEL - Mesmo as guerras tem regras e leis. Isto perdura enquanto 2 países guerreiam, mas quando uma organização terrorista, como a Hamas luta contra Israel, as regras internacionais desaparecem. As tropas de Israel descobriram que debaixo de hospitais- que devem estra fora da zona de luta-os terroristas da Hamas escavaram túneis e até quarteis subterrâneos, achando que assim estariam salvos levariam vantagem sobre o Exército de Defesa de Israel (TSAHAL). Esta ação contraria as leis de Genebra sobre guerras.
As forças israelenses, notaram que terroristas da Hamas colocaram câmera no ultimo andar do hospital Nasser em Khan Younes. Esta câmera filmava todas as atividades de Tsahal. A ordem foi dada para destruir a câmera. Um drone foi lançado para não atingir civis e não teve sucesso. Então optaram por lançar uma bomba de tanque, que não acertou o alvo e numa segunda tentativa, a bomba destruiu a câmera e causou as fatalidades, cerca de 15 pessoas morreram. Entre eles 6 terroristas, 4 jornalistas locais a serviço de agências internacionais.
O diretor do hospital, Dr. Atef Al Hout disse a TV Al Arabia:" o exército israelense atingiu o 4º andar, sem dar aviso prévio". Neste andar os terroristas colocaram a câmera para acompanhar as atividades de Tsahal (FDI).
Evidentemente é um ato trágico, mas a imprensa mundial deu manchetes ao acontecimento devido a morte de jornalista e a atual onda de anti Israel. Mesmo na invasão dos terroristas da Hamas ao território israelense em 7 de outubro 2023, entre eles figuraram "jornalistas". Quando Israel revidou e entrou na Faixa de Gaza, descobriu que debaixo de hospitais locais, havia rede de túneis que serviam a Hamas e até mesmo quarteis generais de baixo do solo. Fato inaceitável que como já dito antes, os hospitais, mesquitas, sinagogas e igrejas devem estar fora dos combates.
Posso dar testemunho pessoal. Na Guerra do Líbano, o porta voz militar me pediu para acompanhar a mídia portuguesa ao Líbano e isto por falar português. Vieram repórteres da TV, rádio e jornais e minha missão foi de apenas protege lós e nada mais. Entramos no Líbano e a primeira estação foi o grande campo de refugiados de Ein al Hilue. Mesmo vendo um oficial israelense armado com Uzi, logo que descemos do carro, se aproximaram de nós 2 palestinos, porta vozes da OLP, um falava inglês e um francês. Afinal de contas eles não podiam adivinhar o idioma dos portugueses. Eles nos levaram pelas ruas do campo, até o hospital local. Deparamos que o seu último andar foi destruído. Os portugueses lhes perguntaram o que ocorreu ali. Os porta vozes da OLP contaram que o hospital estava fora dos combates e quando as forças da OLP viram que estão perdendo terreno, levaram um canhão anti aéreo ao teto e de lá tentavam alvejar os caças israelenses. Só aí é que a aviação israelense alvejou o canhão e o destruiu. Eles revelaram para nós que só depois deles usaram o hospital como um posto militar que Israel o atacou. Além do mais no porão do hospital encontramos milhares de uniformes militares da OLP, que era sinal da presença de terroristas no hospital. Continuando até Beirute, eles depararam que a população jogava em nós arroz, sinal de bem vindos e felicidades por livra lós dos terroristas da OLP.
É bem difícil aos Ocidentais entender o comportamento de árabes e muçulmanos. Nos pensamos no comportamento Ocidental, que para eles é sinal de fraqueza. Assim é difícil entender gazenses que vinham até a frenteia com familiares doentes e israelenses, moradores dos kibutzim os recebiam e os levavam aos hospitais israelenses para serem tratados. Muitos destes depois invadiram com as forças da Hamas os kibutzim e mataram seus benfeitores. Dá para entender atitude dessa?
Basta ver o comportamento de judeus e israelenses em manifestações no mundo, quando não há destruição e os protestos realizados por árabes, muçulmanos e gente ingênua que invadem museus, sinagogas, lojas ou restaurantes e destroem tudo pela frente Pura selvageria.
COMANDO ISRAELENSE AGE NO SUL DE DAMASCO - A agencia de notícias Sana publicou que na noite de quarta-feira para quinta-feira (28) dezenas de soldados de comando israelense desembarcaram de 4 helicópteros no posto militar sírio em Al Quiswa, ao sul de Damasco. Este posto encontra se num ponto elevado, em Jabel al Mana, e pelo que se apura o exército turco lá colocou aparelhos de escuta, visando Israel. Há também a versão de que pode ser que seja aparelho de escuta israelense, colocado há anos que não queriam que os sírios capturassem. A operação durou 2 horas e depois de realizar o seu objetivo, as forças do comando se retiraram.
O EMBAIXADOR AMERICANO, BARRACK CRITICA JORNALISTAS NO LÍBANO - Thomas Barrack é o embaixador americano na Turquia e é o mediador entre Israel e o Líbano e a Síria. Na terça-feira (26) ia falar numa conferencia a imprensa, sobre a pressão americana para o desarmamento da Hizballah e foi duro com os jornalistas que faziam barulho. "Calem-se e não ajam como animais" disse não diplomaticamente o embaixador," ajam de uma maneira cordial e civilizada se querem escutar o que tenho a lhes dizer". Evidentemente sua critica foi duramente criticada pelos jornalistas que representaram a mídia da Hamas.
VOLTA PARA TRÁS NAS CRÍTICAS A ISRAEL? - O Ministro da Defesa e agora interino no ministério do Exterior da Holanda, Ruben Brekelmans, que substitui o ministro Caspar Veldkamp critico de Israel, disse que não declarará embargo de armas a Israel," pois não há alternativa aos produtos militares de Israel. Se o fizéssemos teríamos graves problemas na competência operacional das nossas forças armadas".O parlamento holandês aprovou resolução de que Hamas deve ser destruído e não pode tomar parte de futuro governo".
O chanceler alemão Friedrich Merz parece que também caiu na realidade. Depois de comunicar que reconheceria o estado palestino, na terça feira (26) declarou que não o reconhecerá. Também se referiu ao ataque ao hospital Nasser e disse que vai esperar ver o resultado da investigação, antes de receber decisão final. Ele também declarou que o material bélico que a Alemanha compra de Israel é o que seu exército precisa.
A Australia que entrou em briga feia com Israel, e o seu primeiro ministro, Albanese acusou o Netanyahu e o premier israelense revidou acusando-o de ser político fraco. Na segunda feira (25), o mesmo Albanese declarou que as Guardas Revolucionárias de Irã é organização terrorista. Ao mesmo tempo expulsou o embaixador iraniano do seu país, pela acusação que esteve envolvido em incentivar atos de antissemitismo na Australia.



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