Notícias de Israel
- David S. Moran
- 8 de jan.
- 4 min de leitura
O PREFEITO MUÇULMANO DA MAIOR CIDADE JUDAICA DOS EUA A ISLAMIZA - O recém empossado prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, que é o primeiro prefeito muçulmano no cargo, jurou obediência às leis do Corão. Foi mais além, na noite da virada do ano: iluminou a Prefeitura e os principais edifícios ícones da cidade na cor verde (do islã). Será que agora ordenará introduzir aulas do islamismo nas escolas?
Entre seus mais próximos assessores, Mamdani nomeou Ramzi Kassam, que nasceu no Líbano, conhecido ativista antissionista, para ser seu consultor judiciário. Uma função que dá autorizações legais à Prefeitura. Horas depois de tomar posse, Mamdani anulou alguns mandatos pró israelenses adotados pelo prefeito que o antecedeu, fato preocupante para a grande comunidade judaica da cidade. Entre outras, voltou atrás no decreto de que é contra a lei falar e apoiar a BDS. Também voltou atrás na definição do antissemitismo adotada pela prefeitura que era a definição da IHRA (a Aliança Internacional da Lembrança do Holocausto).
Como se diz, o espirito do comandante inspira o povão. A renomada rede Breads Bakery, com 6 filiais, dos israelenses Gadi Peleg e Yonathan Fluman, sofreu reação dos seus 275 funcionários, que exigem que eles cortem seus laços com Israel e, se não o fizerem, entrarão em greve. Além disso, exigem que a empresa não participe do Festival de Comida Judaica, não faça catering a eventos de organizações que apoiam "a ocupação israelense" e aí vieram com demandas trabalhistas. Será que o socialismo, além do islamismo de Mamdani, também estase infiltrando?.
Até há alguns meses ninguém sabia quem é Mamdani. Agora, ele é o prefeito da mais famosa metrópole americana e a mais visitada do mundo, com quase 9 milhões de habitantes. Destes, mais de 1 milhão é de judeus e só os dias que virão saberão decifrar por que 30% deles votaram nesse candidato.
CENSO DE OPINIÃO PÚBLICA - Neste ano deverão ocorrer novas eleições em Israel. Ninguém sabe quando elas serão e quem participará. Por exemplo, Beni Ganz, líder do Kachol Lavan, caiu drasticamente e, pelos censos feitos, não conseguiria voltar ao Knesset. Por outro lado, o ex- premier por 1 ano, Naftali Bennett, que ninguém sabe com quem concorrerá e que não fala ao público, emerge como o segundo partido que mais votos obteria.
Apesar da grande tragédia do 7/10 em que ninguém assumiu a responsabilidade e a culpa, de acordo com os censos, o Likud está na primazia, mesmo havendo batalhas internas e ninguém sabe quem voltará a ocupar seu lugar no Knesset. Parece que votos não são obtidos pela cabeça fria e sim por algo desconhecido. Segundo o Canal 13, do dia 7, o Likud obteria 26 mandatos (de 120), Bennett -24, Democratas (ex Trabalhista) -10, Shas -10, Otzma Yehudit do Ben Gvir -10, Yashar do Eizenkot -8, Israel Beiteinu -8, Yesh Atid -7, Yahadut Hatorá -7, Raam (partido árabe) -5, Hadash-Taal (árabe) -5 e quem não entra é o atual ministro do Tesouro, Smotrich, do Hatsionut Hadatit (ex-Mafdal). Todos as pesquisas indicam maioria para a oposição, mas não suficiente se não incluírem pelo menos 1 partido árabe.
DENI AVDIJA, SUPER STAR - Atualmente 3 jogadores de basquete israelenses jogam na NBA. Deni, já está no seu quinto ano aí e se sobressaí. Ele queria jogar futebol. Mas seu pai, sérvio que jogou em Israel e sua mãe, do Kibutz Beth Zera (onde Deni nasceu) eram jogadores de basquete. E isso o fez mudar. Antes da Corona, ele serviu nas FDI como atleta. Quando Washington o levou para os EUA, sua mãe o acompanhou e ela cuida de suas necessidades. Há 2 anos ele está no Portland Blazers e lá subiu muitos degraus no profissionalismo. Cada jogo ele consegue obter de 20 a 30 pontos e mais. Nos últimos jogos os fâs lhe gritam MVP, que é para quem participa do campeonato dos jogadores mais valiosos. Assim espera-se que o jovem, que mora em Herzliya (quando não está nos EUA), dê muita alegria aos fãs de Israel e jogue no MVP e brilhe como na NBA.
A ATRIZ ANGELINA JOLIE EM GAZA - Ela esteve esta semana na passagem Rafah e do lado egípcio entrou ao lado da Hamas, como parte da "ajuda humanitária". Pena que não teve a grandeza de viajar alguns minutos mais e ver, no lado israelense, como a Hamas matou e destruiu kibutzim. Aliás, seu pai, o ator John Voigt é ardoroso e orgulhoso defensor de Israel onde quer que seja.
LIVROS ESCOLARES PALESTINOS PREGAM DESTRUIÇÃO DE ISRAEL - Apesar da mudança radical que ocorreu nos últimos 2 anos no Oriente Médio, uma coisa não muda. Os livros escolares da Autoridade Palestina para o ano letivo 2025-26 continuam a pregar a destruição do Estado de Israel, que não existe nos seus mapas. Pregam o antissemitismo e glorificam os "shahidim" (mártires). Isso ocorre mesmo depois que assumiu o compromisso de mudar e reformar o sistema educacional na A.P.
A organização IMPACT-SE analisou 290 livros escolares e 71 orientadoras de professores de escolas na Cisjordânia, Gaza e Jerusalém Oriental, inclusive escolas da UNRWA. Mas, mesmo se comprometendo em julho de 2024, nenhum compromisso foi concretizado e mesmo assim a União Europeia subvencionou a A.P em mais de 500 milhões de euros.
O SEQUESTRADO RAN GVILI AINDA NÃO FOI ENTREGUE A ISRAEL - Este é o último dos reféns que já devia estar em Israel e tendo um enterro decente. Mas o Hamas e a Jihad Islâmica continuam a ludibriar a todos e não o entregam. Israel exige até último sequestrado devolvido.
David S. Moran, de Israel



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