Notícias de Israel
- David S. Moran
- 5 de jun.
- 4 min de leitura
A DESINFORMAÇÃO PROMOVE ANTISIONISMO - Na guerra usa-se muita munição e de toda a espécie. Uma que é muito importante Israel infelizmente não sabe usar. A arma da informação certa e que corra pelo mundo todo. Israel pegou vídeos das vestes dos terroristas da Hamas, que filmaram as atrocidades por eles cometidos, como matar civis inocentes, estuprar jovens e mulheres, arrancar a cabeça de crianças e os saques das casas dos kibutzim invadidos. O filme produzido por Israel é de apenas 47 minutos, mas parece que está arquivado e não difundido suficientemente, para que conheçam o DNA desta organização terrorista.
Ao mesmo tempo, a imprensa internacional, que nem envia jornalistas e ou fotógrafos ao local, publica para o mundo inteiro informações lhe passados por jornalistas e ou fotógrafos palestinos, que sem dúvida relatam o que a Hamas que é organização terrorista e governa a Faixa de Gaza quer.
Além disso, é de conhecimento público que muitos na mídia tem orientação esquerdista que vê em Israel um país capitalista e colonialista e o pixam sem comparação com outros países do mundo. Só para exemplificar, a guerra que a Ucrania trava contra o invasor russo (ainda considerado país socialista e não o é), que já está no seu terceiro ano de combates e causou a morte e ferimento em mais de novecentos e cinquenta mil soldados russos, não tem a mesma cobertura da Guerra Espadas de Ferro e nem manifestações anti russas.
Um bom exemplo desta desinformação é a rede da BBC, uma das marcas mais fortes da imprensa mundial, que desde sempre foi e é anti israelense. Os árabes fascinaram os ingleses e até Lawrence das Arábias se vestia como tal. Uma equipe encabeçada pelo advogado inglês Trevor Asserson e que passa parte do tempo em Israel, fez uma pesquisa sobre os relatos da BBC da atual guerra. A equipe analisou 9 milhões de palavras (foto: porta voz da Casa Branca acusa a BBC em basear-se nas informações da Hamas) pronunciadas e ou transmitidas nos 4 primeiros meses da guerra e notou total desequilíbrio nas informações, pro organização terrorista Hamas. Asserson diz:" a BBC mente e deturpa os fatos, não acreditem no que veem na BBC". Primeiramente a BBC não chama terroristas, os terroristas da Hamas ou da Jihad Islâmica. Chama os de "combatentes", "atiradores" ou "armados", mas não "terroristas". Quando relatam as atividades de Israel, descrevem-nas de "massacre", "violação das leis internacionais", "crimes contra a humanidade", "novos níveis de horrores" e ""esfomeia uma inteira população". Hamas que iniciou este ciclo de violência foi chamada de praticar crimes de guerra apenas 98 vezes e Israel 592 vezes. Os relatos em inglês são mais de 90% favoráveis a Hamas e na língua árabe mais de 95%.
O relato de Asserson foi também publicado no jornal britânico The Telegraph, mas Trevor não tem muita esperança que a BBC se retrate dos equívocos que difunde. Ao mesmo tempo acusa os governos de Israel que dezenas de anos fracassam no combate a ameaça da mídia.
O renomado diário, The New York Times também adotou uma linha anti israelense e muitas reportagens são distorcidos, quando deveriam antes ser investigados e depois impressos. Um exemplo é a notícia no Times "segundo fontes da Hamas" e depois copiada no mundo todo, no dia 17.10.23 de que Israel havia atacado hospital em Gaza matando 500 pessoas. É trágico. Na verdade, apurou-se de que Hamas havia lançado um míssil das cercanias do hospital, houve uma falha e o míssil caiu no estacionamento do hospital e causou a morte de 50 pessoas e não 500.Mas, mesmo retratar-se alguns dias depois não tem o mesmo efeito e na cabeça dos leitores continua a primeira notícia. O New York Times como outros meios de comunicação publica dados do "ministério da saúde de Gaza", sem mencionar que esta é a fonte. Quando o prefeito de Gaza publicou sua opinião anti israelense o NYT esqueceu de mencionar que ele foi colocado no posto pela Hamas. Durante a guerra o NYT chamou o Exército de Defesa de Israel (Tsahal) de Exército da Ocupação israelense".
Poderia continuar e até dar um testemunho meu de 1979, quando fizemos manifestação na frente do MASP contra o governo que apoiou chamar o Sionismo como uma forma de racismo. O Estadão que era pro Israel publicou uma foto com jovens do Bnei Akiva e o solidéu e escreveu "uma manifestação pro palestina em São Paulo". No dia seguinte fomos a redação e pedimos que corrijam o erro, na primeira página e com a mesma (foto: a Washington Post admite reportar erroneamente de que o EDI atirou em 31 pessoas) foto. Passaram-se 14 longos dias de discussão e no fim publicado na página 12, correção: no dia 29.11, houveram em São Paulo 2 manifestações, uma pro Israel e outra pro palestina." A rede CBS por exemplo não reconhece o direito dos judeus em Jerusalém, nem mesmo na parte Ocidental. Apesar de que Jerusalém é a Capital de Israel e lá estão o Parlamento, o Tribunal Superior da Justiça e os ministérios e até a embaixada americana.
Atualmente, a fake News é muito popular, principalmente pelas redes sociais que não tem nenhuma obrigação ética de relatar fatos verídicos e confirmados. A mídia é considerada o quarto poder e Israel que tanto fez pelo mundo, ainda não soube lidar com ela. A onda de antissionismo que ora passa por muitas partes do mundo é também devido a má imagem que a mídia irresponsável projeta ao público. Só que com o crescimento do poder islâmico e do desconhecimento dos fatos da "esquerda", no mundo ele se projeta num antissemitismo. O governo israelense e os governos de bem tem que agir contra essa onda



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