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Notícias de Israel

ISRAEL COMEMORA 78 ANOS DE INDEPENDÊNCIA - O Estado de Israel é peculiar em muitos aspectos. O dia que antecede o da Independência é dos mais tristes. É o Yom Hazikaron (O Dia Memorial), aos caídos nas guerras e entre guerras que Israel foi obrigado a travar contra seus inimigos. Assim, na véspera do seu 78º ano de Independência, na segunda-feira (20) ao anoitecer começou o Yom Hazikaron. Ao lado do Muro das Lamentações, com a presença de parentes dos soldados e das Forças de Segurança que caíram, do Presidente Itzhak Herzog, do Comandante das Forças de Defesa de Israel (FDI), Major General Eyal Zamir e dignatários teve inicio o cerimonial deste dia triste. O presidente Herzog e o comandante Zamir relembraram os mortos e pelo que lutaram. Para que Israel seja um país entre as nações, próspero e exemplar.


Nos canais de TVs só havia programas com relevantes lembranças dos mortos. Todos os lugares de lazer estão fechados, um Estado inteiro se compenetra na tristeza. Todos estão unidos na memória dos caídos, que pagaram com suas vidas para que Israel continue existindo e progredindo.


Na terça-feira (21) as 11:00hs. as sirenes soaram em todo o país por 2 minutos e nos cemitérios militares em todo o país familiares, parentes e amigos estavam reunidos relembrando seus entes queridos caídos, ano após ano e a dor não se apaga. A tristeza toma conta de um país inteiro. Nos EUA, ao contrário, o Memorial Day é um dia festivo em que todos saem para fazer piquenique.


Ao anoitecer, véspera do Yom Há'atzmaut (Dia da Independência), o país inteiro muda o estado de espirito e a alegria toma conta de todos, já que vivemos num Estado independente depois de 2.000 anos de exílio. Já no Dia da Independência, com a alegria que toma conta no país, famílias inteiras se reúnem para fazer um bom churrasco com amigos, em casa ou nos parques que ficam lotados. Afinal de contas, o israelense tem muitas coisas para se orgulhar.


De um país de apenas cerca de 600 mil habitantes em 1948, o país atualmente tem 10.250.000 habitantes, dos quais 76% são judeus, 21% são árabes e 2,9% são estrangeiros. Dos judeus, 43% são seculares, 33.5% tradicionalistas, 12% religiosos e 11.5% ultraortodoxos. A maioria da população já nasceu em Israel, 80%. São chamados de "sabras". A população é considerada jovem, já que mais de 33% tem a idade de 9 a 18 anos. A grande maioria dos israelenses estão muito satisfeitos, ou satisfeitos de sua vida -91%; assim, Israel é considerado pela ONU como oitavo país mais feliz do globo.


A economia nacional se situa no cenário mundial como forte. De acordo com o FMI, o PIB israelense é de 60 a 65 mil dólares (2026). Se comparado ao da Inglaterra que é de 56 mil, ou da França que é de 51 mil, Israel está em boa colocação. Isto também se deve ao setor da alta tecnologia, produtividade de trabalho e investimentos estrangeiros.  Israel está em quinto lugar de fundos angariados para seus startups, 17,3 bilhões. O desemprego está na faixa de 3%, a metade da média dos países da OECD. O desempenho da Bolsa de Tel Aviv foi, em 2025, dos líderes mundiais em ganhos. A moeda nacional, o Shekel, é um dos 3 que mais valorizaram em relação ao dólar americano. O preço da eletricidade é dos menores da Europa, apenas 16 centavos de Euro, comparado com o preço na França - 25 centavos, na Itália - 33 centavos e na Inglaterra - 35 centavos. Israel é conhecido pela dessalinização da água do mar. Pela falta de água, 75% da ´água consumida no país é dessalinizada e mais de 80% é reutilizada.


Para um país tão pequeno e com todos os países hostis que o rodeiam, que bom que Israel tem essas e muito mais conquistas que o enriquecem e ao mundo todo também.


E A GUERRA COM O IRÃ E A ORGANIZAÇÃO TERRORISTA HEZBOLLAH - No front iraniano, apesar de declarar cessar-fogo de 2 semanas que já expirou, o Presidente Trump estendeu o período por mais um dia - até quarta-feira (22) e aí estendeu novamente até domingo (26). Está evidente que Trump não quer voltar à guerra, o Mundial que será jogado nos EUA, Canadá e México está bem próximo e para que estragar a festa? O Irã que tem tempo, violou o cessar-fogo e voltou a fechar o Estreito de Ormuz. A represália foi a declaração do Trump que voltará a guerra e que ele não permitirá que navios cargueiros do Irã passem pelo Estreito. Apesar disso, parece que os iranianos conseguem passar. Quantas vezes o Trump ameaçou os iranianos e não cumpriu suas advertências, mas ele não entende a mentalidade dos iranianos. Mesmo que eles prometam e assinem um acordo, isso não lhes ordena que tem que seguí-lo.


O governo americano sabe que no Irã, há 2 correntes: a do presidente e do líder do parlamento, que são menos radicais e a dos líderes das Guardas Revolucionárias que são mais radicais. Seu líder Ahamad Wahidi é dogmático, cruel e se opõe a qualquer acordo que não libere os bilhões de dólares congelados e o cancelamento das sanções impostas ao Irã. Além disso, ele se opõe à entrega do urânio enriquecido e à imitação do programa de mísseis. A América está disposta a descongelar até 20 bilhões de dólares. E que sejam empregados para uso civil e não militar.


Mesmo que o Irã abra a mão e consinta em entregar o urânio enriquecido aos EUA, ou à Rússia, quem sabe se entregará todo o seu estoque, avaliado em 440 kg. E se disser que não encontrou debaixo dos destroços tudo que tinha e só encontrou 300kg? Aí ficaria com alguns kg que poderia lhe permitir fabricar algumas bombas atômicas. Que fariam então os EUA?


O Irá que está com o caixa vazio e perde, a cada dia, entre 150 e 500 milhões de dólares, quer que o Estreito de Ormuz seja aberto. Avalia-se que nesta guerra o Irã já perdeu cerca de 300 bilhões de dólares, 3 vezes o seu orçamento governamental anual.


Os intermediários paquistaneses fazem esforços para que o Irã volte à mesa de negociação. O Irã,  com todas as dificuldades que impõe, insiste em apoiar seus proxies, inclusive o Hezbollah e o Hamas. \o país alega que esta assistência é humanitária. 


Imagine que o Ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif, país mediador, disse na quinta-feira (9) que Israel é um país canceroso. " Israel é o diabo que é um xingamento à humanidade. Cidadãos inocentes são mortos por Israel, antes em Gaza, agora no Irã e no Líbano". Evidentemente ele não denunciou a invasão do Hamas e as mortes que causou em 7.10.23. Continuou que "espero e rezo que as pessoas que criaram um Estado canceroso na Palestina expulsem os judeus europeus e que sejam queimados no inferno". Evidentemente houve protesto e ele teve que se desculpar. Mas, um intermediador que fala abertamente o que pensa, tem que deixar imediatamente a intermediação.


Ao mesmo tempo há tentativa de trazer um acordo Libanês-israelense. O atual governo libanês é tão contra o Hezbollah quanto Israel. Na quarta-feira (15), Netanyahu disse através de vídeo (ele continua evitando coletivas com jornalistas) que "...nos atacamos mais o Hezbollah e estamos tomando Bint Jbeil.  No dia seguinte, quinta-feira (16), Trump da longínqua Washington acorda e ordena a Netanyahu a parar o fogo. Ele já havia dito que quando "eu ordeno o cessar-fogo, Israel parará o fogo". É um ultraje e falta de decoro diplomático um presidente amigável falar deste jeito grosseiro.  Para Trump, tudo parece ser um show. Para completar o teatro, tentou fazer um telefonema triplo com o presidente libanês, Michel Aoun e o primeiro ministro israelense, Netanyahu. Este concordou, Aoun recusou. Mesmo assim, há negociação em fogo brando entre os embaixadores israelense e libanes.


O que incomoda é que o Israel de Netanyahu parece não ser mais um país independente, que pensa em suas necessidades. Fica à mercê do Trump. Até mesmo este cessar-fogo só se tornou publico pelo Trump e não por nenhuma autoridade israelense. O estranho é que ao longo da via 1, que vai de Tel Aviv a Jerusalém, como todo ano, colocaram bandeiras de Israel. Este ano colocaram ao lado da bandeira nacional, a bandeira americana também.


A população do norte do país ficou furiosa em saber do cessar-fogo. Eles que mais sofrem com os ataques do Hezbollah, querem que Israel acabe de vez com esta ameaça. Os líderes dizem "mais de 2 meses comemos m..., com m lutar até conseguir o fim desses terroristas".


KUWAIT É ATACADA DIARIAMENTE PELO IRÂ - Segundo a imprensa local, a defesa aérea do país foi acionada, mais de 312 vezes para abater misseis iranianos e 664 vezes contra drones iranianos. No Kuwait vivem 3,3 milhões de estrangeiros que servem os 1,1 milhão de nativos. Segundo o dissidente Jasem al Jadid, "as pessoas no Kuwait agora entendem que Israel luta a nossa luta. Nunca atirou contra nos e sabemos que o inimigo é o Irã".


A GUERRA CIVIL NO SUDÃO - Esta guerra não está nas manchetes e nem nas paginas internas dos jornais, apesar de entrar no seu 4º ano. É uma guerra violenta e pelas circunstâncias não se sabe exatamente quantas pessoas morreram nesta guerra civil. Os entendidos avaliam entre 140 a 400 mil e talvez até mais. Milhões foram deslocados e até a ONU adverte do perigo da maior crise de fome do mundo. O Daily Telegraph descreve que os dados desta guerra são os mais devastadoras do mundo, mais do que a da Ucrânia, Gaza e Síria e ainda está em luta. Os rebeldes muçulmanos da RSF estão cometendo genocídio, estupram mulheres e meninas como arma para amedrontar outras mulheres. O Sudão tem mais de 50 milhões de habitantes, a grande maioria é de muçulmanos e minorias de tribos africanas.


PRESIDENTE MILEI EM ISRAEL - Chegou no domingo (19) encabeçando uma comitiva e é a sua terceira visita desde que assumiu a presidência da Argentina. É o primeiro dignatário a assinar os Acordos de Isaac. Entre Israel e a América Latina. Estes incluem cooperação nas áreas da segurança, colaboração na inteligência Artificial e a abertura de linha aérea direta entre Tel Aviv e Buenos Aires. Javier Milei iniciou sua visita a Israel indo ao Muro das Lamentações, em Jerusalém. Na Capital do país, foi nomeada uma praça com o nome de Praça Argentina e no fim da rua outra praça leva o nome de Praça Paraguai, que transferiu sua Embaixada para Jerusalém em 2024. Milei também participou das comemorações do Yom Haatzmaut.


COSTA RICA DENOMINA O HEZBOLLAH E GUARDAS REVOLUCIONÃRIOS, TERRORISTAS - Além disso, adicionou também Ansar Allah (os Houtis) do Iêmen, que também é organização terrorista. A medida foi tomada após minuciosa análise de informação e do Conselho de Segurança Nacional.


PRESIDENTE DA HARVARD DESAPONTADO PELA IGNORANCIA EM RELAÇÃO A ISRAEL - O Prof. Alan Garber, judeu, que preside esta prestigiosa universidade, esteve no Centro Judaico 92NY e expressou seu desapontamento com os estudantes pró palestinos e com o seu "nível de burrice". Eles se expressam sem conhecer os fatos, a história e a complexidade do conflito e não tem vontade de estudar e conhecer isso. Se eles se expressam, eu esperaria que eles quisessem se aprofundar no assunto, mas não. Em consequência dos atos e das violências dos pró palestinos, a porcentagem de judeus que se inscreveram para a Universidade Harvard, caiu para apena 7%, a menor porcentagem desde o fim da II Guerra Mundial. O Prof. Garber diz: "A falta de conhecimento e o antagonismo a um diálogo aberto é o que mais me dói".


ISRAELENSE É O SEGUNDO MAIS IMPORTANTE NA APPLE - Johny Srouji, de Haifa, e que se formou no Technion, foi nomeado para ser o chefe do departamento de Hardware, o segundo cargo mais importante na Apple. O Diretor Geral Tim Cook foi substituído pelo atual vice-diretor geral no setor de hardware, John Ternus e no seu lugar entrou o israelense Johny Srouji. Ele está na Apple desde 2008 e serviu como diretor no setor de chip. Srouji é o responsável por trazer os centros de desenvolvimento da companhia para Herzliya e Haifa e pela compra de algumas companhias israelenses, a última por 1,6 bilhões de dólares.


SELEÇÃO DE GINASTAS CAMPEÃS DO MUNDO - Na recente competição de ginastica ornamental, a seleção de Israel obteve a medalha de ouro. Israel é uma potência na ginastica ornamental, desde o Campeonato Europeu em 2020. Em Valência, sagrou-se campeã mundial 2023; na Olimpíada em Paris em 2024, obteve o segundo lugar; no campeonato Europeu; em 2025, obteve a medalha de ouro e no Campeonato Mundial em Baku, medalha de prata.


PROTESTO EM LONDRES - Mais de 110 mil ingleses encheram as ruas de Londres em protesto contra a invasão dos imigrantes, que atravessam o Canal da Mancha em pequenos barcos da França e entram no país ilegalmente. Portando slogans "Parem os Barcos", Chega é Chega", "Queremos nosso país de volta" e "Salvem nossos filhos", os que protestaram foram organizados pelo ativista Tommy Robinson, da direita radical. Em Londres, há bairros inteiros com estrangeiros.

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