Notícias de Israel
- David S. Moran
- há 3 dias
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A TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO CONTINUA - Os Estados Unidos e Israel deram uma surra na liderança do regime islâmico do Irã; mas não o derrotaram militarmente. Com a intervenção do Paquistão (que nada tem a ver e não tem relações diplomáticas com Israel), os EUA e o Irã chegaram a acordo de cessar fogo, que foi estendido também a Israel. Com o Irã foi em 8 de abril e estendido para cessar fogo entre Israel e Hizballah, 8 dias depois.
Enquanto o acordo de cessar fogo entre os EUA e o Irã é mantido, fora algumas intervenções da marinha americana para implementar o bloqueio do Estreito de Ormuz, o "cessar fogo" entre a organização terrorista Hizballah e Israel, não vale nada, pois a Hizballah continua sua guerra principalmente através do lançamento de drones explosivos que já causaram a morte de 10 oficiais e soldados e israelenses e de mais de uma centena de feridos.
O presidente Donald J. Trump fala alto e o Irã não se assusta. Trump até disse:" os iranianos chegam a um acordo e então o violam. É difícil fazer com eles negócios. O acordo que era de 10 dias para dialogarem e chegarem a uma conclusão, sempre é estendido, apesar das ameaças do presidente americano.
O Irã não faz sinal de estar intimidado pelos EUA. No domingo (17) o Irã alvejou o reator atômico em Araka; nos Emirados; reator que fornece energia elétrica aos Emirados, Arabia Saudita e Qatar. Este ataque perigoso que poderia provocar vazamento nuclear, passou sem nenhuma reação. A verdade é que os Emirados, EUA e Israel queriam reagir, mas a Arabia Saudita e o Qatar que dialogam com o Irã (e a temem) estavam contra e o ataque não saiu.
Os americanos parecem que estão prontos para atacar. Mas a ordem não chega. Quanto tempo poderão manter suas tropas em prontidão. Quando na porta já está batendo o Mundial, que será realizado nos EUA. Mexico e Canada, em junho.
Na fronteira com o Líbano é guerra mesmo. Todo dia Hizballah lança seus drones explosivos guiados por fio que é difícil de serem detectados e causam baixas e feridos aos israelenses. Os militares israelenses acusam o governo de estarem com as mãos atadas sem poder fazer nada, já que seguimos a instrução de cessar fogo. O presidente Trump teve até a audácia de dizer na quarta-feira (20) :Netanyahu fará o que eu disser. Para amenizar a arrogância, elogiou o premier israelense de que é um grande líder em época de guerra. Neste dia (20) um drone explosivo atingiu o local onde estava o comandante de brigada blindada, ferindo-o gravemente. Um tenente Coronel e um soldado. No dia anterior terrorista da Hizballah saiu de uma igreja (proibido pelas normas universais) e atirou contra paraquedistas que estavam próximos. Atingiu o comandante do pelotão, um major que estava a frente do seu pelotão.
Israel parece que gostaria de terminar o que não alcançou, pelo menos tirar o urânio enriquecido do Irã e destruir suas instalações nucleares e também propor a população a troca do regime. A suposição em Israel é que se o atual governo permanecer no posto será mais extremista e determinado a chegar a bomba nuclear.
Os países da região sabem que Israel tem razão e temem o mesmo. Eles sabem que o Irã, que neste meio tempo já reconstruiu 70% do seu poderio de drones e financia o terrorismo em toda parte é um perigo a todos. No Irã o regime não respeita o seu próprio povo. Não as mulheres, que no islamismo são renegadas a segundo plano, não as liberdades de expressão, locomoção, ou de pensamento. Uma menina de 9 anos eles casam com homem muito mais idoso, isto tem lógica?
Uma outra dor de cabeça é a organização terrorista Hamas em Gaza. Apesar de que nos acordos feitos com a Comunidade Internacional, Hamas devia se desarmar e deixar de governa a Faixa de Gaza, não o fez. Israel controla cerca de 60% da Faixa de Gaza e no fim da semana, as FDI movidos de ótimo Serviço de Inteligência descobriram onde se escondia o chefe da Ala militar da Hamas Az A Din Hadad, dos líderes da organização e dos mentores do genocídio de 7 de outubro 2023 e o exterminaram. Ele era dos líderes que recusou o plano de 20 pontos do presidente Trump.
Israel vê preparativos da Hamas de entrar em guerra. Até o Diretor Geral do Conselho de Paz da ONU, Nicolai Mladonov autorizou Israel de voltar lutar contra a Hamas por "obstruir o acordo de paz". No documento que emitiu ele acusa Hamas de não entregar as armase que não permite a reconstrução civil na Faixa de Gaza. Em Israel até pensam em reduzir pela metade o número de caminhões que entram com mantimentos e alimentos â Gaza.
Como se não faltassem problemas, uma segunda flotilha estava a caminho de Israel vindo da Turquia para entregar ajuda humanitária para Gaza, Forças do Comando Marítimo, força de elite das FDI abordaram os 50 barcos com cerca de 500 pessoas e os detiveram pacificamente. Trouxeram nos para o porto de Ashdod e depois de averiguação eles seriam soltos e enviados â Europa. O caso passaria quase desapercebido no mundo, não fosso o moleque ministro da Policia, Itamar Ben Gvir. Este provocador foi ao lugar onde estavam os detidos e portando bandeira israelense, lhes disse:" nos somos os donos aqui" e fez mais provocações, que imediatamente foram criticados pelo Ministro do Exterior, Gideon Saar e até pelo próprio primeiro ministro, Benjamin Netanyahu. Em 9 países os embaixadores israelenses foram chamados para ouvir pitos dos ministros dos países onde servem. Provocação desnecessária que só prejudica Israel. Aos "bonitos de espirito" que defendem minorias, como os curdos, cristãos chineses, homossexuais, lésbicas, a Ucrânia que sofre da Rússia e outros que sofrem perseguições dos governos onde vivem, eu perguntaria, porque os judeus e Israel é uma exceção? No mundo todo de 8 bilhões de pessoas, só há 15 milhões de judeus, dos quais pouco mais da metade vive no Estado de Israel. Eles fizeram um país exemplar e apenas querem viver em paz. Mas a grande maioria de 1.5 bilhões de muçulmanos com seu petróleo lutam contra o pequeno país e o querem destruir e difundem seu ódio contra os judeus a pessoas desinformadas.
OS ULTRAORTODOXOS NÃO RECEBERAM ISENÇÃO, QUEREM DISSOLVER O KNESSET - Mesmo com falta de pelo menos 12.000 soldados e a provável extensão do serviço militar de 30 meses para 36 meses, os haredim não querem se alistar as Forças de Defesa de Israel. Esta semana um rabino líder ordenou os deputados que lhe seguem de pedir a dissolução do Parlamento, que significaria convocar novas eleições.
Os haredim tem ensino próprio, acham que não devem estudar matemática, inglês, geografia, ciências etc. Assim eles também querem se esquivar do serviço militar obrigatório, mesmo os que não estudam a Torá Seus líderes acreditam que Deus cuidará deles e lhes dará todo o necessário. Mesmo os haredim que gostariam de se envolver com a sociedade geral em Israel e até servir nas FDI, muitos deles temem represálias da família, amigos e dos que os cercam.
Em 78 anos da Independência do Estado de Israel ainda nenhum governo conseguiu faze-los recrutar-se ao Exército, mas agora a situação é grave. Netanyahu que deveria ser o primeiro a ter interesse que eles sejam recrutados, por ser o primeiro ministro e pelo partido Likud que se diz Nacionalista e Liberal. Ele tentou todas as manobras possíveis e não conseguiu convencê-los de não dissolve o Knesset. Agora, aguarda-se a votação e aí determinar quando serão as novas eleições. As datas mais
Os censos de opinião pública dão pequena margem de vitória aos partidos da oposição, mas se quiserem ter governo mais firme, terão que acrescentar pelo menos um partido árabe, Os censos publicados na quarta-feira (20) são: Likud- 27 (canal 11) 25 (Canal 12) 24 (Maariv), Yahad do Bennett (23,23 e 24) respectivamente, Yashar do Eizenkot: 16,16,15), Os Democratas: 10,10,10) Shas:(9,9,8), Yahadut Hatorá:( 8,8,7), Israel Beiteinu (8,8,9) Otzma Yehudit do Ben Gvir (9,7,8) Hadash-Taal, árabe (5,5,5) Raam árabe (5,5,5) e Hatzionut Hadatit do Smotrich (0,4,4).
ISRAEL OBTEVE A VICE LIDETANLA NA EUROVISÃO - A música parece ser universal. Mesmo que o Estado de Israel é criticado em muitos países, os povos votam pela arte. O cantor israelense Noam Bettan deu um show com sua canção Michelle e nada lhe atrapalhou, mesmo as poucas vaias, "estive concentrado no pessoal que empunhava nas mãos as bandeiras azul e branco de Israel e lhes cantei" disse Noam. No final ele foi ovacionado. 50% dos pontos são dados pelos juízes e 50% pelo publico que vota, Noam obteve boa votação e só foi ultrapassado pela cantora que representava a Bulgária. Antes mesmo de subir ao palco, Noam recebeu surpreendente telefonema, da Atriz israelense Gal Gadot. Ela o incentivou: "você dará na cabeça e fará bem e a todos que nos odeiam ficarão sem energias. Dá-lhes e todas as vaias são insignificantes". Noam deu todas as energias e a voz e sagrou-se segundo nesta competição. Kavod.
DOAÇÃO DE 200 MILHÕES DE DOLARES A HOSPITAL EM JERUSALÉM - Foi do fundador da Whatsapp, Jan Kourn e é a maior doação filantrópica a um hospital israelense, o Centro Médico Shaarei Tzedek. Assim Esta contribuição triplicara a capacidade atual. Kourn (50) nasceu na Ucrania e emigrou aos Estados Unidos. Fundou com sócio a Whatsapp e, 2009, que foi vendida a Meta em 2014 por 19 bilhões.
ELON MUSK DECLARA QUE ISRAEL "É A VANGUARDA DO MUNDO - nos setores da tecnologia e inovações, certamente levando em conta e comparando o seu tamanho. Tiro o chapéu ante Israel, país que tem que ser o primeiro do mundo". Declaração feita numa feira de tecnologia e inovação. Musk lançará no dia 16 de junho na Bolsa de Nova Yorke o maior lançamento da história do seu SpaceX que pretende arrecadar entre 75 e 80 bilhões de dólares, dando a sua companhia o maior valor da história de cerca de 2 trilhões de dólares.

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