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Parashat Beha’alotechá

Quando Acenderes


A Parashá desta semana versa sobre diversos temas. Começa com o Eterno orientando Moisés sobre a forma de acender a Menorá, de maneira que as lâmpadas iluminem a lâmpada central. Nossos sábios observam que a palavra usada não foi “acender”, mas “elevar”. Não é o Eterno quem precisa de luz, mas nós. Para lembrarmos da necessidade de nos elevarmos espiritualmente todos os dias.


Em seguida, consagra os levitas como responsáveis pelo serviço no Mishkan.

Após alguns homens lamentarem não poder cumprir as Mitzvot relativas ao Pessach por estarem impuros em função de terem sepultado uma pessoa, o Eterno institui o Pessach Sheni, a ser celebrado 1 mês depois.


O Eterno pousava sobre o Mishkan em forma de nuvem e enquanto assim permanecesse, o povo ali se mantinha acampado. E quando se movia, levantava-se acampamento.


O povo, que se alimentava do Maná, reclamou da falta de carne. E o Eterno enviou codornas para saciar sua fome. Diz-se que alguns comeram tanto que se empanturraram e morreram.


Moisés se queixa de carregar sozinho o fardo de liderar o povo e o Eterno o instrui a nomear 70 anciãos para compor o Sanhedrin e o ajudar nessa tarefa.

Ao final, Miriam fala mal de Moisés a Aarão e é punida com uma doença de pele que, comumente, associamos à lepra. Moisés ora por sua cura, ela é mantida afastada por 7 dias e recupera a saúde.


Muito se fala sobre o Lashon HaRá (má língua) e suas consequências. Cometemos esse pecado continuamente, pedimos perdão no Yom Kipur e voltamos a cometê-lo. Por que o fazemos? Porque nos falta empatia pelo outro? Porque somos condescendentes para com nossos próprios erros e limitações e não para com os das outras pessoas? Porque, realçando imperfeições alheias, minimizamos as nossas? Caminhamos juntos pela estrada da vida em busca da evolução pessoal e coletiva. Devemos nos manter humildes e nutrir nossos corações de bondade para que o peso de nossas faltas seja atenuado e o Universo nos envolva de leveza.


Shabat Shalom!


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