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Notícias de Israel

ANO NOVO, POUCO MUDOU - O ano novo judaico (5768) se iniciou, mas pouca coisa mudou. A guerra contra o Hamas na Faixa de Gaza continua em andamento. A passos lentos, as Forças de Defesa de Israel seguem avançando em Gaza, passo a passo, para evitar baixas. Mesmo assim, esta guerra  até o momento já tem 912 soldados caídos. (desde 7/10/2023)


Essa guerra exige muito material bélico e os depósitos de armas e munições já estão no vermelho. Isso também pelo embargo que certos países impuseram contra Israel. Por exemplo, a Alemanha, segundo maior fornecimento de material bélico, não entrega peças de reposição e armamento que geralmente fornece a Israel. Essa falta repercute nas operações das FDI,e algumas são abortadas pela falta que os soldados têm para sua execução. O primeiro ministro Netanyahu está ciente dessa situação, mas tapa os ouvidos e os olhos e segue na sua.


Pela mudança mundial, impondo embargo a Israel e ao mesmo tempo o reconhecimento de um estado palestino, na semana passada Netanyahu falou em transformar Israel numa "super Esparta" e mercado autárcico, isto é, produzindo o que necessita. As criticas a essa fala vieram de todos os lados e prejudicaram a Bolsa de Valores local.


Em meio às festas de Rosh Hashaná, o Iêmen lançou míssel e atingiu a cidade de Eilat, causando 23 feridos, 2 em estado grave. Na Assembleia Geral da ONU, os discursos seguiram normalmente. Mesmo países Ocidentais como a França, Inglaterra, Holanda, entre outros, disseram reconhecer o Estado palestino, sem ao menos mencionar a tragédia do ataque do Hamas contra Israel, assassinando 1200 civis israelenses, moradores de kibutzim e outros que participavam do Festival Musical Nova. 


Já na semana passada, a ONU votou, por iniciativa da França e da Arábia Saudita, a seguinte resolução: pelo reconhecimento do Estado palestino, pela "lei do retorno", condenação à ação de Israel na Faixa de Gaza e a continuação do trabalho da UNRWA na região. A votação foi de 142 países a favor, 10 contra. O cúmulo dessa resolução coiniciada pela Arábia Saudita é que esse reinado não tolera os palestinos e sua liderança, mas pela guerra contínua, Muhamed Bin Salman se afasta de Netanyahu e copatrocina uma resolução que a princípio se oporia a ela. Isto é, recompensa ao vilão que atacou.


Logo depois da fala do Macron, nesta segunda-feira (22), o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas (fará 90 anos no dia 15.11) falou por vídeo (EUA o impediu de chegar a Nova York). Agradeceu ao francês, chamou o Hamas e seus cumplices a entregar as armas (só a A.P. terá armas), prometeu que o Hamas não fará parte de um governo palestino, fará reformas e chamará por novas eleições depois da guerra e pediu a Israel voltar à mesa de negociações.


Surpreendendo a todos, o presidente da Indonésia -- o mais populoso país muçulmano -Prabowo Subianto falou no pódio: "Se Israel reconhecer o Estado palestino, nós o reconheceremos e asseguraremos sua segurança. Devemos também reconhecer, devemos também respeitar e devemos também garantir a segurança e proteção de Israel. Só então poderemos ter uma verdadeira paz, uma paz real." Ele terminou seu discurso com a reza muçulmana e "Salamu aleikum," falando bem alto "Shalom", em hebraico.


Infelizmente, e apesar de todas as manifestações populares na frente da casa do Netanyahu e dos seus principais ministros, além de manifestações em centros de cidades e até mesmo em Nova York e em Washington, quando Netanyahu lá chegará para se encontrar na segunda-feira (29) com Trump, nada de concreto foi feito para a libertação dos 48 sequestrados - vivos e mortos. Pelas informações oficiais, ainda há 20 reféns vivos. Trump ultimamente diz que há menos, com números variando entre 18 a 10 vivos.


Netanyahu, que é americanologista e se vivesse naquele país certamente votaria pelo partido Republicano, coloca todos os seus ovos no cesto de Trump. Esquece que há muitos outros países que deveria cultivar. Ele deveria se lembrar do final do primeiro mandato do Trump, quando este se zangou e não mais quis falar com ele. Todos sabem que Donald J. Trump é imprevisível e é homem de negócios e as bolas para negócios estão nas mãos de ricos países árabes. Então essa lua de mel com Netanyahu pode acabar bruscamente. Principalmente se Netanyahu recusar a pedido de Trump, que já quer terminar essa guerra e ganhar o Nobel de Paz, "que tanto mereço".

 

O ESTADO PALESTINO????? - Muitos falam no Estado palestino, mas o que é o tal Estado palestino? Já existiu um Estado palestino?  O tal Estado palestino que muitas nações reconheceram, o que eles reconheceram? Um estado que nem território tem e nem fronteiras. Os palestinos querem Jerusalém como sua capital, cidade que nunca foi importante na história do Islã e só se tornou como tal por ser venerada pelos judeus. A história judaica há 3.000 anos, desde o rei David, fala que ele a transformou na sua capital.


Jerusalém, que é citada na Bíblia 669 vezes, às vezes com o nome de Sion, pela montanha. No Alcorão, não é citada nenhuma vez. No Novo Testamento há 130 menções a Jerusalém, que era lugar importante para Jesus, que nasceu judeu. É do Monte das Oliveiras que Jesus olhou em direção ao Templo e chorou prevendo sua destruição. Lá foi construída a igreja Dominus Flevit (em latim, o Senhor chorou) em forma de lágrima.


Mesmo se a referência dos árabes em tornar só a parte Oriental de Jerusalém em sua capital, isto não tem procedência, pois não há nenhuma cidade no mundo que é dividida e serve de capital para 2 nações. Nem mesmo Berlin, depois da 2ª Guerra Mundial e se tornou a capital da Alemanha Oriental (sob os soviéticos); os americanos fizeram de Bonn a capital da Alemanha Ocidental.


Muitos, como Lula, falam chavões e não têm noção do que falam, muito menos da história do Oriente Médio. Em seu discurso na ONU (Janja devidamente usando kefiah), Lula voltou a atacar Israel e acusá-lo de cometer genocídio na Faixa de Gaza e defender a criação do Estado palestino. Ele fala e não sabe o que diz. Lula defende o direito de existência do Estado de Israel (obrigado) e não entende que os palestinos almejam um estado próprio, como primeira etapa para a eliminação do Estado de Israel.


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Como eu sei?(mapa do Império britânico e francês de 1920) Eles o dizem abertamente. Mais do que isso, basta a embaixada brasileira pegar livros escolares em Ramallah e ler o que se ensina às crianças - o ódio aos judeus e a destruição de Israel. Isso mesmo depois que Arafat, líder da OLP, ter assinado acordo de paz, em 13/9/1993.



Lula, como os demais líderes anti Israel, se esqueceram de quem iniciou a atual guerra que tanto sacrifício provocou aos israelenses e aos palestinos. Ele se recusa a condenar as ações da organização terrorista Hamas, em 7/10/2023 e chamá-la de organização terrorista. Isso quando essa organização islamista religiosa diz não se importar quantos morrerão contanto que destruam Israel. O presidente do Brasil, que se diz socialista, sabe que o  Hamas assassinou 1.200 membros de kibutzim, a forma mais igualitária de vida, cujos 'haverim' (membros) ajudavam doente da Faixa de Gaza a serem tratados em hospitais israelenses?


Jamais na história existiu um Estado palestino. Dos anos 1500 até 1917, essa região era parte do Império Otomano (Turquia). Na primeira Guerra Mundial, os otomanos perderam para o Império Britânico e o Império francês que dividiram o território, sendo a Palestina e a Transjordânia e o Iraque sob domínio inglês, o Líbano e a Síria, sob domínio francês. 


Na resolução da Partilha em 29/11/1947, os árabes se recusaram a receber o território que lhes foi oferecido, enquanto Israel aceitou a sua parte e declarou a Independência, em 14/4/1948. Os países árabes pensaram em liquidar o Estado Judeu e 7 países o invadiram, mas perderam a guerra. A Jordâniaconquistou a Cisjordânia (Judeia e Samaria) e o Egito, a Faixa de Gaza.  Eles não só não criaram o Estado palestino, eles os seguravam com mão de ferro, em campos de refugiados. Deram graças a Deus quando na Guerra dos Seis Dias (1967) Israel conquistou essas terras e ficou com o abacaxi. Mesmo o velho presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud (Abu Mazen) Abbas, de quase 90 anos, não quer o Hamas em nenhum governo palestino.


O Egito, que era líder do mundo árabe e tem fronteira com a Faixa de Gaza, não quer os palestinos. Concentrou tropas para evitar a fuga de palestinos da Faixa de Gaza â Península de Sinai, vasta área quase totalmente desabitada. A Jordânia tem pavor só do pensamento que na Cisjordânia seja criado um Estado palestino, que ameace a soberania do monarca beduíno da Jordânia, o rei Abdullah II.


FLOTILHA DE 24 BARCOS A CAMINHO DE GAZA - A flotilha da provocação saiu com destino a Gaza, "para lhes trazer alimentos". Os ativistas a bordo, muitos que já estiveram por aqui, sabem que vêm para fazer provocações. Afinal de contas, essa propaganda de "esfomear os residentes de Gaza" não tem procedência. Serviços de ajuda humanitária mundiais e israelenses passam centenas de caminhões por dia para a Faixa de Gaza. Na semana passada até foi noticiado que um caminhoneiro com ajuda humanitária vindo da Jordânia, na Passagem Allenby, assassinou 2 guardas israelense e foi morto. É de conhecimento público que parte dessa ajuda cai nas mãos dos terroristas do Hamas, que revendem os mantimentos a preços exorbitantes.


Caminhoneiros árabes que trazem mantimentos pela passagem de Kerem Shalom falaram, sob condição de anonimato, que ativistas do Hamas saqueiam os caminhões e roubam o seu material. Eles culpam o Hamas pelo caos na Faixa de Gaza. Alegam que "vivíamos no mel e os bobalhões do Hamas destruíram nossas vidas e agora estamos na cebola" (na fossa).


Israel ofereceu aos ativistas da flotilha encaminhar seus barcos ao porto de Ashkelon (próximo de Gaza) para descarregar as cargas que serão encaminhadas a Gaza. Foi recusado. Foram advertidos que não poderão chegar à zona de guerra. Eles sabem que serão impedidos, mas querem fazer a provocação e virar manchete dos jornais.


TSAHAL CONTRATACA EM YEMEN. Vinte e quatro horas depois de um drone acertar um mercado em Eilat, a Força Aérea de Israel deu o revide. Atacou postos militares dos Huthis a cerca de 2200 km de Israel.


CHOVE CHUVA - E o outono está batendo nas portas. Na semana passada, relatei a passagem de 500 milhões de aves que fogem do frio europeu para se esquentar na África e daqui a meio ano farão o trajeto de volta. Depois de longo período sem chuvas, na noite de quarta-feira (24) chegou o "hayoré" (nome em hebraico para as primeiras chuvas) que foram abençoadas. Foi um recorde de 93 anos para chuvas num dia, na verdade numa madrugada. Israel precisa muito das chuvas, pois até o Lago Kineret estava chegando a baixo nível.


ISRAEL COLHE MEDALHAS NOS JOGOS PARALIMPICOS - Essas se realizam na Cingapura. O nadador Ami Dadaon, já venceu a sua terceira medalha de ouro: foi no nado livre, 50 metros, 100 metros e 100 metros nado de peito. Ainda conseguiu medalha de prata no nado livre pessoal de 150 metros. Seu companheiro de time, o árabe-israelense, Iyad Shalabi também foi bem e recebeu 2 medalhas, prata nos 100 metros nado livre e bronze nos 100 metros, nado de costas.  Dadaon nasceu prematuramente na 29 semana, em parto cesariana, 2 minutos após sua irmã gêmea. Pesava 1.300 g e por falta de oxigênio no cérebro, teve paralisia cerebral.


NETANYAHU NO OSTRACISMO - Na quarta-feira, o premier israelense viajou no avião especial Asa de Sion para os EUA, onde na sexta proferirá sua fala na ONU. Ele teme que em muitos países europeus poderá ser preso se tiver um desembarque de emergência e por isso, seu avião evitou sobrevoar a Europa e cumpriu um trajeto 4 hora mais longo. Que tristeza que essa é a situação do primeiro ministro de Israel.


David S.Moran   de Israel     

Desejando a todos./as os/as leitores/as

Shaná Tová e Chatimá Tová

Ano de Saúde e Felicidades

Zahava e David S. Moran

 


 

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