Notícias de Israel
O QUE O MUNDO TEM, SÓ ISRAEL? - Por que Israel importa à mídia mundial? Não há outros conflitos e/ou assuntos a tratar? Será que a matança no meio da Europa entre a Rússia e a Ucrânia não é importante? Será que a miséria e a fome que a população do Irã sofre não merecem nenhuma atenção? E a luta no Iêmen, atualmente dividido, ou a luta na África entre a República "Democrática" do Congo e Ruanda, ou a Etiópia contra a Somália? O/A leitor/a ouviram dos combates entre Mali, Burquina Fasso e Níger contra terroristas extremistas ligados à Al Qaeda e ao Estado Islâmico?
A guerra civil na Somália, onde o governo combate terroristas da Al Shabab, ou na Nigéria, onde o governo enfrenta os extremistas muçulmanos da Al Shabab, que matam e prostituem civis cristãos. Darfur, no Sudão, e a Líbia estão divididos. Na África, de um total de 54 nações, 24 encontram-se em conflitos; em grande parte, muçulmanos estão envolvidos.
No mundo todo, há matanças e há fome e miséria de milhões no mundo, bem maiores do que no conflito entre Israel e os palestinos, e estes não chamam a atenção da mídia internacional. Só se lê e ouve dos "refugiados palestinos". A saber que Israel foi fundado com a grande ajuda de refugiados judeus que fugiram da Europa após o genocídio que sofreram no Holocausto. Talvez o problema é que estes refugiados renasceram na terra de Israel, como a fênix das cinzas, e depois de 2.000 anos transformaram o deserto num próspero oásis.
Nenhum outro povo teve o privilégio dos palestinos da criação de uma agência de refugiados só para eles, a UNRWA. Esta trata atualmente de 5,9 milhões de pessoas, quando todos os que tratam de refugiados sabem que o número é falso, pois inclui milhões de já falecidos e/ou que não mais são refugiados e estão bem de vida. Só para comparar, o resto do mundo tem agência para tratar dos seus refugiados — UNHCR (sigla em inglês) —, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, que atende 43 milhões de expulsos dos seus lares, com menos pessoal e verbas.
Depois de 2 anos, já não são considerados refugiados; este título eterno permanece aos palestinos.
Levanto a questão. Quem são atualmente os ricaços do mundo, senão países árabes como Qatar, Arábia Saudita, Omã, etc., que gritam na ONU, mas não recebem "refugiados palestinos" e não os ajudam monetariamente. Na guerra entre o Iraque e o Kuwait, nos anos 90, o primeiro passo foi expulsar 300.000 trabalhadores palestinos do Kuwait, só por Arafat se solidarizar com o Iraque.
País radical islâmico como Qatar, que, de tanta riqueza, não sabe o que fazer com o dinheiro, "compra" universidades, jornais, emissoras no Ocidente para espalhar o anti-israelismo e antissemitismo. Só recentemente o presidente Trump "ganhou" do líder do Qatar um "presentinho": avião de 400 milhões de dólares, que deixou para trás o "Air Force #1" e com ele viaja pelo mundo. Isto não é corrupção? Por que não tenta melhorar a vida dos palestinos?
Tudo é política e mentira. Os palestinos acusam Israel de esfomear a população da Faixa de Gaza, e o mundo condena Israel. Se fosse verdade, teria razão. Mas estudo da UNICEF, agência da ONU dos Direitos das Crianças, divulgou, em 22.7.26, que apenas 0,5% das crianças sofrem de malnutrição, uma das menores proporções de toda a região. O estudo, divulgado no The Free Press, foi feito com dados do Banco Mundial e do sistema IPC, da ONU. O estudo revela que as crianças em Gaza sofrem é de obesidade.
Surpresa, surpresa, todos que acusam Israel, desde o Secretário-Geral da ONU, Antônio Guterres, sabem destes fatos e têm que comer seus chapéus. As fotos que mostraram de suposto esfomeamento foram de gente em hospital sofrendo de doenças crônicas e nada tinham com fome.
Israel comete erros também, mas não há nenhuma dúvida de que seu desejo é de melhorar as relações com seus vizinhos e viver em paz pela prosperidade de toda a região.
O mundo Ocidental ainda não assumiu com quem está lidando e não há críticas de governos que ouvem os palestinos e alguns países árabes que dizem textualmente que seu desejo é a completa destruição do Estado de Israel, como no slogan "do rio (Jordão) ao Mar (Mediterrâneo)". Israel, que tanto beneficiou o mundo com suas descobertas em todos os campos da nossa vida. Israel, que agora está chegando a 10 milhões de habitantes, dos quais mais de 2 milhões são árabe-israelenses, e aí pergunto: que benefícios trouxeram ao mundo os 1,5 bilhões de muçulmanos do mundo? Porque, quando saem dos seus países, só buscam países Ocidentais e não querem se integrar.
Vivem isoladamente. Ontem foi publicado que o nome mais popular dos recém-nascidos na Inglaterra é Mohamad. Não quero aparecer islamofóbico, só trago os fatos como o são. Gostaria que a mídia revelasse os fatos como o são, proporcionalmente ao resto do mundo, e então viveríamos melhor.
TRUMP TENTA VENCER O IRÃ COM D-DAY ECONÔMICO - Após meses de impasse nas negociações entre os EUA e o Irã, na segunda-feira (24), o Secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, anunciou a abertura do "ostracismo Econômico".
Trata-se de embargo econômico completo contra o Irã e com países que comercializam com este país. Por exemplo, banco que comercializa com elemento que está sob sanções será retirado do sistema de transferências internacionais, como o Swift, e perderá negociações em dólares. Os EAU já anunciaram que pararam todo o comércio com o Irã. É lá que os Guardas Revolucionários têm instituições financeiras, responsáveis por 50% da economia iraniana. O problema é com países que têm grandes negócios com o Irã e não temem, como a China (que importa 90% do petróleo do Irã) e a Rússia, além do Paquistão, Turquia e mais. Companhias destes países que têm negócios no Ocidente e nos EUA terão que repensar seus negócios. Já foram submetidos a sanções mais de 60 organizações, pessoas e navios ligados ao Cyber e a projetos nucleares. O departamento encarregado econômico encarregado do embargo é a OFAC. A 6ª frota americana é a encarregada de apertar o cerco marítimo, inclusive o Estreito de Ormuz. Já atualmente há crise econômica no Irã.
Mesmo sendo das maiores produtoras de petróleo, não há gasolina por falta de refinarias. O dólar americano vale no Irã 2 milhões de Riais. Com este embargo, que não exige intervenção militar, já que há falta de mísseis, o governo americano espera que o sofrido povo iraniano se rebele contra seu governo e o derrube. Só que o povo tem receio e se lembra que, em 1 dia, em janeiro, o governo iraniano matou sem escrúpulos mais de 40.000 civis.
O PROCESSO ELEITORAL DE ISRAEL SE ESQUENTA - No dia 17.8, o Likud realizou suas primárias aos candidatos nas próximas eleições. Já há acusações de fraudes, mesmo que sejam eleições internas. Já se sabe que 6 ministros não mais voltarão ao Parlamento. A cada dia surge mais uma agremiação que faz os grandes partidos perder força.
Na terça-feira (25), foi a vez do Ofer Winter, um ex-general de brigada (Ref), que apresentou o seu partido Amcha Israel (O teu povo, Israel), de tendência da direita. Além dele está o Yoseph Hadad, árabe cristão, que serviu nas FDI e luta muito para esclarecer e divulgar Israel pelo mundo. Pelas pesquisas de opinião pública, este partido entraria no Knesset com 5 deputados, tirando o partido O Sionismo Religioso do Parlamento. Evidentemente, que os partidos da Direita estão contra este, pois acham que os enfraquece. Winter, em compensação, que acha que toda a liderança do 7/10 devia se demitir, diz: "Nós entendemos o seu receio por algo novo. Depois do que aconteceu em 7/10, quem pensou que tudo ficaria na mesma, errou. Novas pessoas entram na política".
Deputados que deixaram o Likud, como Gilead Erdan e Yuli Edelstein, formaram a "União". Novo partido do Noam Maoz com Feiglin, Marzel e outros. Há novo partido de "Os reservistas". Netanyahu espalhou vídeo alertando a divisão na direita e a perda de votos. Ele tem razão: o mínimo de votos para entrar no Knesset é de 3,25%, que dá direito a 4 deputados. Os votos de partidários de pequenos partidos se perderão.
Não queria publicar censos, que ainda não têm valor, pois há mais 2 semanas para apresentar os partidos. Mas os censos agora mostram tendências e que Yashar do Eizenkot vai para 24 deputados, Likud cai para 19, Beyachad do Bennet e Lapid — 13, Democratas (ex-Trabalhista e Meretz) — 11, 3 Partidos Árabes Unidos — 10, Israel Beiteinu do Liberman — 9, Otzma Yehudit do Ben Gvir — 8, bem como Yahadut Hatora (ultraortodoxos) e Shas (Sefaraditas), o Sionismo Religioso e o Raam (partido árabe) recebem 5 cada. Os que não passam o mínimo são Amcha Israel (que está se formando), Bait Sioni, Kachol Lavan do Gantz). (Dados de 26.8.26).
HAMAS TENTA ESQUENTAR A FRONTEIRA DE GAZA - Apesar da grande derrota, durante estes 3 últimos anos, Hamas voltou a se armar e não abriu mão de governar a Faixa de Gaza, conforme reza o acordo que assinou depois do cessar-fogo. Nos últimos dias, lançou dezenas de pipas que foram encontradas entre as casas e campos agrícolas ao redor da Faixa de Gaza.
Israel avisou que não vai tolerar a volta de pré-7/10. Então começou com pipas inocentes, passou a pipas incendiárias e depois a pipas explosivas. Até o Kushnir entendeu e falou à Fox News: "As tropas israelenses não se retirarão de Gaza até que Hamas entregue suas armas".
EM MEIO À GUERRA, A UCRÂNIA COMEMORA SUA INDEPENDÊNCIA - No dia 24 de agosto, comemorou seu 35º ano de Independência, mas, desde fevereiro de 2022, está em guerra contra a Rússia. Os líderes de 12 países, inclusive o da Inglaterra, que a Rússia passou a ameaçar por armar a Ucrânia. Acho que ninguém no mundo acreditou há 4 anos que a Ucrânia pudesse resistir por tanto tempo e até contra-atacar a Rússia.
CINCO ANOS DE GOVERNO TALIBÃ NO AFEGANISTÃO - É uma boa ocasião para ler o relato da ONU sobre a situação deste país. Talibã representa islão radical e, segundo informes do alto funcionário da ONU, há grave crise dos Direitos Humanos no Afeganistão. Meninas de até 12 anos não podem mais estudar nas escolas, e mulheres não podem estudar nas universidades e são proibidas até de entrar nos parques e academias de ginástica. Não podem participar de esportes nem viajar desacompanhadas de um homem. Só a Rússia reconhece oficialmente o governo Talibã.
O representante da ONU, Richard Bennett, disse: "O sistema todo é crime contra a Humanidade, é pior do que foi o apartheid de gênero. Há perseguições de minorias, torturas, assassinatos sem julgamento e perseguições alienatórias." A UNESCO avalia que 2,4 milhões de meninas foram retiradas das escolas e que a subnutrição de crianças chegou a nível crítico em 1/3 das áreas afegãs, e esta situação ainda vai piorar. Quem leu algo a respeito e fez manifestações?
TRICAMPEÃO EUROPEU DE GINÁSTICA - O israelense Artium Dolgopyat venceu o Campeonato Europeu em Zagreb, na Croácia, com 14.466 pontos nos Exercícios de solo. Ele já obteve a medalha de ouro nos campeonatos de 2020 e 2022. Nos de 2018, 2019, 2023 e 2024, ganhou medalhas de prata. Um verdadeiro superstar europeu e mundial. Em campeonatos Mundiais, obteve o primeiro lugar em 2023 e 2 vezes vice-campeão.
A judoca israelense Ella Bar Lev fez história ao sagrar-se campeã mundial na quinta-feira (20), na categoria de até 18 anos e no peso de até 48 kg. A judoca israelense Agam Noy subiu com ela ao pódio, vencendo o terceiro lugar e a medalha de bronze. O campeonato realizou-se em Guaiaquil, no Equador, e, pela primeira vez, duas esportistas israelenses estavam no mesmo pódio.
As duas lutaram contra a brasileira Micaela Santos e a venceram. Os e as judocas israelenses viram potências mundiais na modalidade.
O LÍDER DO PARTIDO ÁRABE RAAM QUER JUDEU NO PARTIDO - Está quase concluída a entrada do deputado (pelo Yesh Atid do Lapid) Yoav Segalovitz, que recentemente se desligou do partido quando iniciou negociações para correr ao Knesset pelo partido árabe Raam do Mansour Abbas, com quem tem relações de confiança. Ele serviu dezenas de anos na Polícia, chegando a patente de Major General. Lutou contra a violência e criminalidade nas comunidades árabes. Se as negociações forem concluídas, será um fato histórico e ele exige liberdade de votos.
Num comício do partido, o líder Mansour Abbas disse que o Estado Palestino existe e ganhou críticas dos políticos como Netanyahu e Eizenkot. Ele adicionou que quer ver um futuro de paz, conciliação e o término da ocupação e do conflito". Abbas esteve em contato com Netanyahu nas eleições em 2019 e 2021 para entrar no governo, ou pelo menos ser o fiel da balança. Netanyahu o casheirizou para negociações com a direita, mas, no fim, teve veto do Smotrich, que entrou para o governo.
WOODY ALLEN SOBRE ANTISSEMITISMO - O conhecido diretor de cinema falou várias vezes sobre o antissemitismo. Uma vez, perguntado, disse que, se não existissem judeus, seriam anti-africanos; se estes sumissem, corriam atrás de canhotos e, se estes não existissem, corriam atrás de outro tipo de pessoas. Sempre buscam alguém para perseguir. Os antissemitas simplesmente odeiam os judeus e não é de hoje.
Antigamente, quem odiava os judeus não tinha diploma da Universidade Colúmbia. Atualmente, eles vêm vestidos de intelectuais. Os propagadores do antissemitismo dão palestras até na Colômbia. Hoje não dizem que odeiam os judeus; eles dizem que são antissionistas.
A loucura nunca desaparece; ela apenas veste um terno, vai à universidade e abre uma conta no TikTok. O antissemitismo não morreu, mudou de vocabulário, mudou de roupa, sendo o mesmo veneno perigoso. Não são apenas os extremistas; é a velocidade com que as pessoas normais começam a fingir que nada está acontecendo. A história mostra que, cada vez que o mundo normaliza o ódio contra os judeus, o mundo inteiro paga um preço".

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