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Povo do Livro: O Homem do Castelo Alto, por Philip K. Dick.


(Reprodução internet)


Philip K. Dick ou PKD (1928-1982), não era judeu, mas neste seu premiado “O Homem do Castelo Alto”, reflete sobre como a mudança de alguns acontecimentos históricos podem ter consequências funestas sobre o destino de toda uma nação e com trágicas consequências sobre os judeus. Neste romance (Ganhador do Prêmio Hugo), o mundo foi dividido por duas potências do Eixo, A Alemanha Nazista e o Japão Imperial, que repartem os Estados Unidos, numa época em que judeus continuam a ser perseguidos , a escravidão é novamente legalizada e a suástica é um símbolo que permeia todo o leste americano sob domínio nazista.


PKD certamente é um dos escritores certamente o cinema mais inspirou o cinema, com obras que discutem os futuros possíveis, com obras de sucesso como Blade Runner (1982), O Vingador do Futuro (1990), Minority Report (2002), Blade Runner 2049 (2017) entre outros 10 filmes, e recentemente 02 séries no Prime Vídeo, uma baseada neste romance e outra em Sonhos Elétricos. Marcante na obra de Philip K. Dick é uma narrativa fluida e imaginativa, que oferece pistas de muitas possibilidades cuja pergunta subjacente é o que define o homem e neste romance, o que define nossas escolhas e se escolhermos estar entre os opressores ou entre aqueles que resistem à opressão.


Vale a pena ler este Homem do Castelo Alto , nestes tempos em que o extremismo, o racismo e sobretudo o antissemitismo foram banalizados, parecendo que estamos no mundo do homem do Castelo Alto, onde as suásticas voltaram a circular com uma estranha naturalidade.


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